“Vou desfazer tudo o que o PT fez. Chega de Direitos Humanos! Cadeia não é hotel”

(Aline Sanches)

Infelizmente, alguns serviços públicos como saúde, educação, moradia e outros têm que receber uma atenção menor do próximo governo.

Por favor, não vamos deturpar a frase acima e dizer que o Brasil não precisa de investimentos nas áreas citadas […] é óbvio que precisa, porém é hora de agir por prioridade […] o câncer número 1 de nosso país tem nome e se chama CRIMINALIDADE.

As infrações, os delitos, as transgressões, os crimes (em níveis alarmantes) já se espalharam pelos mais de nossos 5.570 municípios.

Nossa nação virou terra de zé ninguém […] se compararmos o mais simples vagabundo (ladrão pé de chinelo) até o engravatado que ocupa um cargo político de alta relevância na capital federal,  ambos tem uma certeza em comum: A LEVEZA DAS PENAS PREVISTAS NO CÓDIGO PENAL.

O vagabundo, seja ele um ladrão da periferia ou até mesmo um senador da república, não teme a polícia, o judiciário e tão pouco o sistema penal brasileiro.

É muito triste ter que reduzir recursos de áreas como a educação (que é a mola mestra que leva um país a se desenvolver), mas se não priorizarmos urgentemente o combate ao crime organizado (incluindo principalmente os bandidos de colarinho branco) e criarmos (e aplicarmos) punições mais severas a esses meliantes, viveremos uma constante utopia pelos próximos 30,40,50 anos.

Nas próximas eleições, temos que escolher um candidato que se empenhe em combater o crime […] precisamos limpar as ruas … temos que colocar a parte podre da população dentro das cadeias e mantê-las lá por décadas e décadas.

Temos que exterminar os direitos humanos dos criminosos […] assassinos, estupradores, ladrões de dinheiro público, etc … eles não merecem “direitos” nem tão pouco piedade […] cadeia (ao contrário do que nos foi imposto durante as últimas décadas) não é lugar de ressocialização […] cadeia é lugar para cumprir pena e ponto final.

Não quer ser preso? É simples … não cometa um crime!

Entre a vida de uma vítima (seja um policial, um pai de família, um estudante, uma mãe, um aposentado, etc… ) e a vida de um bandido, não há o que se comparar […] os papéis estão totalmente invertidos e já é hora do cidadão de bem colher os frutos da honestidade, do trabalho, de seus impostos pagos em dia, enfim, não podemos mais permitir que o bandido sempre vença o mocinho.



 

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