Um monstro falando do outro

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Amanda Nunes Brückner | 21/05/2020 | 5:17 PM | MÍDIA
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“Ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado Corona Vírus.Porque este monstro está permitindo que os cegos enxerguem que somente o Estado é capaz de dar solução a determinadas crises.” (Lula)

Talvez a idade e o tempo de cárcere tenham provocado um quadro de senilidade neste patético senhor, para que dissesse isso em público.

Mas a crueldade do pensamento esquerdista ainda se faz muito lúcida em sua mente.

Não é uma exceção. É a regra.

É o pensamento do líder daqueles que querem negar acesso ao tratamento para as classes menos favorecidas; que querem criar milhões de falidos e desempregados, com a “quarentena gourmet”.

Muitos realmente nem sabem o que defendem.

Jovens, artistas, “influencers”… Fazem parte da “esquerda festiva”, alienada.

Só reproduzem o discurso “politicamente correto” e sentem-se pessoas melhores ao defenderem a “justiça social”.

Idiotas, analfabetos políticos, usados como massa de manobra.

São os mesmos que enchem a boca para defender a “democracia”, mas chamam de “fascista” qualquer um que ouse discordar da cartilha ideológica; que defendem liberdade, mas apoiam fiscalização Estatal até nas redes sociais.

No topo da pirâmide, porém, a coisa muda de figura.

Ali não existem inocentes.

A esquerda é movida pelo ódio à sociedade ocidental e tudo que ela representa.

O objetivo é destruir todo e qualquer vestígio da “imoralidade consumista”; não importam as consequências.

Família, religião, filosofia, liberdade, nada se salva.

Em todo lugar onde a esquerda chegou ao poder, de forma democrática ou não, passou como um rolo compressor sobre a cultura e os costumes.

Pela mídia ou pela “bala” impôs seus valores próprios à sociedade.

Lula, no Brasil, é o representante máximo desta ideologia.

Uma ideologia que, só no século passado, custou mais de 100 milhões de vidas.

Para eles, o indivíduo não vale nada.

Se servirem ao propósito da “revolução”, mortes são totalmente aceitáveis.

Marx não foi deturpado, como afirmou aquela candidata PSOLista.

Marx é o ápice da deturpação humana.

Desde que surgiu, a sua teoria ficcional de uma sociedade impraticável fomentou os maiores genocídios da história contemporânea.

Não é surpreendente, então, que seus defensores também defendam um vírus.

Perto do socialismo, das mortes diretas e indiretas que já causou, a atual pandemia é brincadeira de criança.

Os punhos cerrados escondem mãos imundas de sangue inocente.

“Os socialistas gritam ‘Poder ao Povo’ e erguem o punho cerrado enquanto o dizem. Todos nós sabemos que o que realmente querem dizer é ‘Poder sobre as pessoas, Poder ao Estado’.”
(THATCHER, Margaret)


(texto de Felipe Fiamenghi)

 

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