Tempos estranhos, tempos muito estranhos. Tudo em nome da“siênssia”

Patrícia Moraes Carvalho | 13/06/2020 | 4:35 AM | DESTAQUES DB
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Primeiro veio a tal da quarentena … fique em casa, deixe de trabalhar, etc … o mundo se fechou.

Enquanto isso, a China seguia a todo vapor, produzindo (e exportando) desde insumos para medicamentos a respiradores caríssimos.

Aqui no Brasil, grande parte dos governadores, especificamente os da oposição, fez a festa.

Quebramos … quando digo quebramos, falo em nome daqueles que trabalham e consolidam o PIB do país … e não do governo (instituição), aquele monstro com vários tentáculos que vive às custas do povo brasileiro.

Ops … ataquei uma instituição… será que o supremo ministro PIRULITO vai mandar a PF aqui no escritório? … *** escritório esse (de 25 m²) que ainda não paguei os últimos dois alugueis.

continuando …

Dezenas de milhares de pequenos comércios fecharam, autônomos e profissionais ficaram à míngua, o pobre virou um miserável, enfim, o golpe comuno-chinês parece que está dando certo.

Pois bem … eis que a nossa digníssima Câmara dos Deputados (em nome do BEM GERAL) aprova um PL absurdo dando margem para que sejamos fiscalizados dentro de nossas casas, desde que estejamos realizando uma reunião. (fato esse que a própria Câmara nega … mas está escrito no PL … bem escondidinho) … leia mais sobre esse assunto aqui …

Teoricamente, você sabe quantas pessoas é necessário para que se possa configurar uma reunião? 3 (três) … isso mesmo … apenas 3 pessoas.

Há algum tempo, aconteceu um fato interessante na cidade de Forquilhinha (SC).

Devido à pandemia, policiais militares cumpriram uma operação na residência de uma família,  onde um grupo de cinco senhoras cristãs mantinham orações no interior da casa.

A operação dizia cumprir o polêmico decreto 515/2020, emitido pelo governador do estado, Carlos Moisés, sobre isolamento social e quarentena.

Vou repetir … a PM ‘visitou’ 5 senhoras que estavam orando e acabou com o culto.

Imagine só essa cena se repetindo pelos lares do país, agora com o ‘aval’ do Congresso.

A pergunta que não me sai da cabeça é um questionamento feito pelo internauta André Porciuncula:

“Quanto tempo você acha que levará entre o estabelecimento da parceria abominável do Governo de São Paulo, com uma empresa do regime genocida chinês, e a aprovação de um decreto ou lei tornando compulsório [obrigatório] o uso da “vacina” chinesa?”

Claro, tudo em nome da “siênssia” ..

Quero deixar bem claro que não sou uma retrógrada antivacina e tão pouco sou uma terraplanista… eu e minhas filhas tomamos todas as que foram recomendadas desde sempre, mas daí tomar uma vacina chinesa já é outra história.

Sinto muito … eu (Patrícia) jamais tomaria um medicamento que vem da China ou do Instituto Bill Gates … quanto a você, indico que faça tudo o que o seu ‘governo local’ mandar.

Na minha humilde opinião, tomar uma vaCHINA seria a mesma coisa que ser atacada e violentada por um maníaco e depois aceitar que esse mesmo maníaco me leve para um hospital.

Será que, em um futuro próximo, eu poderei me dar ao luxo de recusar a tomar alguma dessas vacinas ou a Câmara dos Deputados inventará algum Projeto de Lei incentivando que forças de segurança invadam minha casa e eu seja ‘picada’ contra minha vontade?

Parafraseando o ministro Marco Aurélio, da Nova Ordem Mun … ops, do STF, tempos estranhos, tempos muito estranhos.


 

 

 

 

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