Temos SIM o remédio: “Não podemos ficar de braços cruzados, esperando a hora de ir para o matadouro”

*** conteúdo exclusivo do Diário do Brasil | se for reproduzir, copiar e/ou colar, favor citar a fonte ***

Amanda Nunes Brückner | 05/04/2020 | 5:13 PM | BRASIL
Want create site? Find Free WordPress Themes and plugins.


O ministro Mandetta é um excelente comunicador e ortopetista … um líder nato … mas precisa escutar atentamente quem entende do assunto.

Já a doutora [imagem acima] não possui conexões políticas com o DEM e nem se reuniu para um longo jantar com Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre [entendedores entenderão].

Dra. Nise Yamaguchi – 40 anos dedicados à medicina, imunologista e cancerologista de renome internacional, participante de sociedades científicas na Europa e nos Estados Unidos, médica do Hospital Israelita Albert Einstein.

Nas últimas semanas, ela foi testemunha de uma reviravolta no tratamento do vírus chinês.

O caso envolve uma comunidade de 450 mil pessoas com mais de 60 anos atendidas pela rede Prevent Senior na cidade de São Paulo.

“Em fevereiro, os hospitais da rede registraram cerca de 80 mortes causadas por coronavírus em pacientes idosos”, relata Nise.

“Com base em estudos clínicos realizados recentemente na França e em outros países, decidiu-se adotar um tratamento preventivo com essa população, oferecendo hidroxicloroquina nos primeiros dias da infecção. Imediatamente percebeu-se que isso diminuía muito o risco do agravamento da doença.”

A Prevent Senior, rede de hospitais [e planos de saúde voltados para a 3ª idade] monitorou cerca de 400 pessoas que apresentaram os sintomas do vírus.

Todos receberam a hidroxicloroquina em casa, sem precisar passar pelo pronto-socorro.

Do total, 200 já receberam alta e nenhum precisou ser internado:

“É um achado muito significativo, porque estamos falando de quase meio milhão de pessoas, com mais de 60 anos, vulneráveis, com comorbidades (outras doenças)”, disse a médica.

A mudança foi tão súbita que a Prevent Senior chegou a ser acusada de subnotificação [não notificar ou notificar abaixo da realidade].

“Mas não estavam deixando de notificar as mortes, é que elas não estavam ocorrendo!”

“É importante construir UTIs, aumentar os leitos hospitalares, promover o isolamento vertical e adotar medidas de prevenção ― mas não podemos nos limitar a isso. O tratamento precoce com hidroxicloroquina pode ser feito em larga escala, como fizemos com o Tamiflu durante a epidemia de H1N1.”

A médica relata que a hidroxicloroquina, em associação com o antibiótico azitromicina, atua fortalecendo as células humanas e diminuindo a capacidade de replicação do vírus.

Se aplicado até o 4º dia de aparecimento dos sintomas, esse tratamento diminui exponencialmente o risco de internação e a necessidade de uso do respirador:

“Não podemos esperar para tratar só quem está com os sintomas graves. Também não se trata de escolher entre equipamentos ou medicamentos, prevenção ou tratamento. Não devemos usar o ‘ou’, mas o ‘e’. Só uma estratégia não será suficiente. Temos que usar todas as estratégias.”

Sobre o isolamento social:

“Não é possível fazer o isolamento social em locais em que dez pessoas moram na mesma casa. Nesses locais, é preciso tratar quem está doente logo no início da infecção.”

A Dra. Nise vai se encontrar com o presidente Bolsonaro nesta semana.


(fonte: Brasil sem medo)


leia também:

“Mandetta está errado. A cloroquina é o remédio da vida”

 

compartilhe esse post:
Follow by Email
Facebook
Google+
Twitter
Instagram
Did you find apk for android? You can find new Free Android Games and apps.