Se o motorista do Marighella foi ministro das Relações Exteriores, por que Eduardo não pode ser embaixador?

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Amanda Nunes Brückner | 14/07/2019 | 5:40 AM | BRASIL
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Eu só queria entender …

Em março de 2017, o então presidente Michel Temer indicou o senador tucano Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) para assumir o cargo de ministro das Relações Exteriores.

Em seu site pessoal, o próprio Aloysio resume o que foi boa parte da sua militância (principalmente os 5 anos de luta armada) contra a ditadura militar pela Ação Libertadora Nacional (ALN), uma das organizações de guerrilha mais estruturadas na época do regime:

“Por conta de ações contra a ditadura militar, precisou sair do Brasil”, diz o texto na seção “biografia” do tucano sobre o período de 1963 a 1968, antes do exílio na França.

Nunes era filiado ao Partido Comunista Brasileiro, porém foi na ALN, liderada por Carlos Marighella e Joaquim Câmara Ferreira, que ele ganhou importância na luta armada.

“Ele [Marighella] tinha uma confiança muito grande no Aloysio. Era muito bem quisto por ele. Falava muito bem do senador, que já era muito culto … Marighella e Aloysio atuavam muito próximos, entre outras coisas, porque o comunista não sabia dirigir e Aloysio ficava responsável pelo transporte do líder”, relembra Iara Xavier Pereira, uma das pessoas que militou ao lado de Marighella na ALN.


 

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