Rodrigo Maia confirma previsão de banqueiro: “O governo está falido”


Há cerca de 7 meses, o ex-banqueiro e financista, Luiz Cesar Fernandes, alertou que o caos fiscal e econômico tomaria conta do país

Segundo Fernandes, que é criador dos bancos Garantia e Pactual, em um curto período de tempo, a dívida interna pública atingirá 100% do PIB […] trocando em miúdos, toda a riqueza produzida no país será ‘sugada’ pelo governo federal para pagar contas que foram feitas de maneira irresponsável.

“A situação será insustentável e o país entrará em uma total ingovernabilidade […] o sistema entrará em falência e atingirá não só os grandes bancos como também (por consequência) as pessoas físicas.” declarou Fernandes.

Ele explica que as grandes instituições bancárias não terão outra saída senão impedir seus clientes saquem suas poupanças, seja à vista ou a prazo.

” O caos levará ao calote da dívida interna brasileira com o consequente confisco de aplicações financeiras.” explicou.

Não se trata de teoria da conspiração ou de pessimismo:

“Temer e sua equipe econômica aprofundaram a depressão econômica e o rombo fiscal poderá ultrapassar a casa dos R$ 800 bilhões.” escreveu o banqueiro.


No 09 de Março deste ano foi a vez de Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, confirmar que o país está à bancarrota

RIO DE JANEIRO (Reuters) O presidente da Câmara dos Deputados e pré-candidato do DEM à Presidência da República, Rodrigo Maia (RJ), disse nesta sexta-feira que o governo federal está falido e que, se nada for feito do lado da redução de despesas, o país corre o risco de ver a volta da hiperinflação em um curto espaço de tempo.

Em sabatina após almoço promovido por uma revista no Rio de Janeiro, Maia também mirou na equipe econômica do presidente Michel Temer, afirmando que “volta e meia” o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, pensa em elevar impostos, mas que uma alta de tributos não será aprovada pelo Congresso Nacional.

“Na Câmara não passará”, sentenciou ele ao afirmou que não há apoio para uma medida tão impopular.


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