Raquel Dodge e PF jogam mais uma bomba no peito de Aécio

Os documentos foram apreendidos durante a busca e apreensão relativa ao inquérito em que Aécio é acusado de receber R$ 2 milhões da J&F

Resumindo a história:

A PF encontrou em um HD na construtora Wanmix (empresa 1) , de propriedade de um amigo de Aécio, com extratos bancários que sugerem a simulação de doação de campanha ao PSDB, em 2014.

Em junho de 2014, o Consórcio Cowan (empresa 2) fez um repasse de R$ 1,5 milhão para a empresa Conserva de Estradas (empresa 3).

No mesmo dia, a empresa Conserva de Estradas repassou toda essa quantia para o diretório do PSDB.

Tanto a empresa 1 como a empresa 2 e a empresa 3 pertencem à família Wanderley, o amigo de Aécio.

A Wanmix é uma construtora mineira que forneceu concreto para a construção da Cidade Administrativa, obra que custou R$ 2,1 bilhões e foi citada em delações premiadas como origem de repasses de propina para o senador.

A PF desconfia que Aécio possa ter recebido esse valor como uma espécie de ‘comissão’ da empresa do amigo.

Todas essas informações estão em uma petição enviada pela PGR Raquel Dodge ao ministro Marco Aurélio Mello, do STF.

Dodge alega que a “movimentação financeira realizada entre a empresa 1 e a empresa 2 pode indicar que esta última estaria dissimulando doação oficial ao PSDB em 2014″


 

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