R$ 500 mil para matar Bolsonaro

Amanda Nunes Brückner | 01/11/2019 | 4:02 PM | MÍDIA
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Farhad Marvizi depôs para a polícia civil

O vizinho de cela de Adélio Bispo de Oliveira (criminoso que esfaqueou Jair Bolsonaro) teria declarado que Adélio tem ligações com uma facção criminosa.

A revista Crusoé teve acesso ao depoimento de Farhad Marvizi, que também revelou (em depoimento) o nome do mandante do crime e de uma segunda pessoa envolvida na trama … ambos políticos.

Marvizi contou que teria se aproximado de Adélio em março deste ano.

O preso afirma que conhece os dois políticos apenas “da televisão”:

“São pessoas da alta sociedade, não pertencentes a facções e que possuem muita influência, pois são políticos”, afirmou.

O ataque de Adélio, contou Marvizi, teria ocorrido após uma promessa de pagamento de R$ 500 mil reais para matar o “Dr. Jair”.

Para completar, Marvizi disse que várias pessoas da mesma facção à qual Adélio seria ligado foram a Juiz de Fora e deram cobertura para o atentado, informando inclusive a hora em que Bolsonaro estaria exposto.

No início de outubro, o presidente Bolsonaro afirmou ter recebido uma carta de um “vizinho de cela” de Adélio com o nome do mandante do atentado:

“Chegou ao meu conhecimento uma correspondência do vizinho de cela contando por alto quem poderia ser o mandante do crime. Eu não quero falar o nome do cara porque podem vir me questionar, vão falar que eu que forjei essa carta para criticar o João da Silva de tal partido”, declarou o presidente na ocasião.

 


 

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