Professor de universidade revolta alunos ao dizer que “Jesus era um travesti com desejos estranhos”


Um professor de teologia do College of the Holy Cross (uma faculdade católica)  em Worcester, Massachusetts, está fazendo várias afirmações bizarras em suas aulas – algumas pessoas até dizem que são blasfêmias – sobre Jesus Cristo.

Uma agitação tomou conta do campus depois que o Dr. Tat-siong Benny Liew, presidente dos Estudos do Novo Testamento do College of the Holy Cross, afirmou que Jesus era um “rei travesti que tinha desejos estranhos”.

Benny Liew também afirma que a Última Ceia foi um “ striptease literário ” e que Jesus não era um homem e sim uma espécie de “gênero neutro”.

O professor citou o livro de João (na Bíblia) para tentar apoiar seus argumentos.

Ele usou a crucificação para apontar que a Paixão de Cristo era uma ligação (homo) sexual entre o ‘Pai e o Filho’.

“O que estou sugerindo é que, quando o corpo de Jesus está sendo penetrado, seus pensamentos estão em seu pai. Ele está, em outras palavras, imaginando sua experiência de paixão como uma relação sexual […] com seu próprio pai ”.

Liew também sugeriu que Jesus estava tentando fazer com que seus seguidores participassem desse ideia.

“No episódio da Última Ceia, quando Jesus lavou os pés de seus discípulos, foi um sedutor striptease literário e uma tarefa feminina (escrava) usada como exemplo da interpretação transexual de João sobre Jesus” afirmou o professor.

Os controversos ensinamentos vieram à tona depois que a estudante Elinor Reilly, escreveu um  artigo  para o periódico  independente The Fenwick Review e chamou as interpretações de Liew de “não convencionais”.

Reilly questionou o motivo de Liew ter recebido um cargo de professor universitário jesuíta para ensinar esse tipo de absurdo para alunos de graduação.

Um pai de um aluno disse à TV norte-americana Fox News que o professor está ferindo seus “valores cristãos conservadores” e relatou que está em dúvida se deve ou não transferir o filho da universidade.

O porta-voz da Holy Cross informou que Liew não promoveu esse tipo de ensinamento dentro da sala de aula:

“O trabalho referenciado no artigo da Fenwick Review não se destinava a uma sala de aula. Foi um artigo intencionalmente provocativo e não a declaração de uma crença em si. Sabemos que o professor Liew é um acadêmico dedicado e engajado. Ele é um homem de fé e membro ativo de uma comunidade religiosa. A liberdade acadêmica é uma das marcas de uma educação liberal. Estudiosos são livres para perguntar, criticar, questionar e comentar os atuais padrões de pensamento. No entanto, discordamos fortemente da interpretação do Evangelho e consideramos esse fato, em específico, especialmente ofensivo às Sagradas Escrituras.”


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