Presidente da Associação dos Caminhoneiros: “Se a polícia intervir, vai correr sangue”

José da Fonseca Lopes, presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (que representa 600 mil trabalhadores autônomos), declarou que, caso haja repressão policial por parte do governo, “vai correr sangue”.

Lopes disse para a Folha de S. Paulo:

“Pode parar [a paralisação] se vier uma força policial muito forte para cima, mas ninguém vai conseguir tirar o caminhoneiro. Vai correr sangue nisso aí”.

Já no Rodoanel Mário Covas, São Paulo (capital), centenas de motoristas disseram que a ordem é para “continuar todo mundo parado”:

“O que eles (o governo) falaram nessa reunião não vai mudar em nada nossa situação. Aquelas pessoas não representam a gente. Se tiver que ficar parado mais 20 ou 30 dias a gente fica” disse um dos caminhoneiros.


 

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