Políticos e mídia estão usando ‘táticas de Marighella’ para espalhar clima de terror na população

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Edson Jorge Silveira | 17/04/2020 | 11:58 AM | COTIDIANO
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O espírito esquerdista, atual e vivo

(por Marco Frenette – jornalista e escritor)

É um erro fatal crer que os livros clássicos dos comunistas são “coisas do passado”, no sentido de que as ideias contidas neles não mais norteiam a esquerda atual.

Se há algo de que os esquerdistas não podem ser acusados é do crime de esconder seus verdadeiros objetivos.

Claro que subvertem a linguagem, e no discurso superficial roubam palavras que não lhes pertencem, tais como “moral”, “honestidade”, “verdade” e “democracia”.

Porém, ao longo da história, absolutamente todas as obras fundamentais dos esquerdistas foram muito claras, e colocadas em termos de justificação do roubo, da traição, da destruição e do assassinato.

É assim desde o “Manifesto Comunista”, publicado em 1848 e levando as assinaturas de Marx e Engels, os dois principais ídolos da religião comunista.

Atualmente, quando esquerdistas dizem que “Há uma lógica no assalto” (Márcia Tiburi); “Que pode surgir outro Adélio” (Noblat); “Precisamos dialogar com o Estado Islâmico” (Dilma); “Odeio a classe média” (Marilena Chauí)”; “Chegar ao poder é diferente de vencer eleições” (Zé Dirceu), eles estão simplesmente ecoando o que a doutrina comunista determina que seja feito.

O Brasil também tem seu clássico de elogio e incentivo à psicopatia.

É o “Manual do Guerrilheiro Urbano”, de Carlos Marighella.

Esse livro doentio e asqueroso foi escrito em 1969, e hoje é um dos principais e mais queridos das obras consumidas pela parte da juventude brasileira que se diz detentora de uma “consciência política”.

Selecionei alguns trechos desse livro de Marighella, para lembrarmos de que esquerdista não muda com o passar do tempo, apenas se adapta aos novos tempos para continuar a praticar os mesmos crimes de sempre.

Vejam esses três trechos:

(1) A guerra de nervos ou guerra psicológica é uma técnica agressiva, baseada no uso direto ou indireto dos meios de comunicação de massas e notícias transmitidas oralmente com o propósito de desmoralizar o governo;


(2) O objeto da guerra de nervos é para enganar, propagar mentiras entre as autoridades na qual todos podem participar, assim criando um ar de nervosismo, descrédito, insegurança e preocupação por parte do governo;


(3) Na guerra psicológica, o governo desespera-se, envolve-se em grandes contradições e perda de prestígio, perde tempo e energias num cansado esforço ao controle, qual é sujeito a romper-se em qualquer momento.


É exatamente o que a mídia tradicional, já totalmente aparelhada, está fazendo atualmente. Marighella apenas descreve uma técnica comunista que já vem desde 1917.

Os esquerdistas atuais, por mais broncos que sejam, seguem, diretamente ou indiretamente, e quer saibam ou não, um programa rígido e internacionalizado que já tem mais de um século de existência.

Até o espírito atual que anima a bandidolatria, sempre acompanhada da demonização da polícia, encontra eco no que Marighella escreveu:

– “É necessário que todo guerrilheiro urbano tenha em mente que somente poderá sobreviver se está disposto a matar os policiais”;

– “O espião apreendido dentro de nossa organização será castigado com a morte. O mesmo vai para o que deserta e informa a polícia”;

“Em muitos casos, a execução pode ser realizada por um franco atirador, paciente, sozinho e desconhecido, e operando absolutamente secreto e a sangue frio”.
Sobre a infiltração e a tranquilidade com que os esquerdistas trabalham contra aquilo que os sustenta:

– “O guerrilheiro vive dentro de uma sociedade que ele busca destruir.”

Quando vemos políticos brasileiros se aliando a terroristas, ou pedindo ajuda a eles, ou até enviando dinheiro público para organizações, podemos lembrar dessa frase do “Manual”:

– “O terrorismo é uma arma que o revolucionário não pode abandonar”.

Toda a literatura esquerdista que importa é de uma clareza impressionante.

O mistério não está no que propõem, mas como conseguiram chegar tão longe, destruindo nações inteiras ao redor do mundo, mesmo declarando por escrito, e em discursos, todos os crimes que iriam cometer.

 


 

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