Pará: Mais um caso de sucesso no tratamento precoce contra o vírus chinês

Patrícia Moraes Carvalho | 02/07/2020 | 9:38 PM | DESTAQUES DB
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Mais uma vez, nossos sinceros agradecimentos ao jornalista Alexandre Garcia, que conseguiu reunir uma equipe espetacular de profissionais para que o país pudesse tomar novos rumos no combate à pandemia.

Na parte 1 desta série de matérias sobre o vírus chinês, mostramos como a hidroxicloroquina, a azitromicina e a ivermectina (medicamento que o ex-ministro Mandetta chamou de remédio p/ eliminar carrapato de gado), podem ser fundamentais para salvar vidas.

O fato ocorreu na cidade de Porto Feliz, SP, que obteve um dos melhores resultados do mundo no tratamento precoce (profilaxia) contra a Covid-19.

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Continuando …

Há outros exemplos de sucesso no país, como o caso do estado do Pará.

No final de abril, a ocupação de leitos de UTI destinados ao tratamento da Covid-19 atingiu uma taxa de ocupação de 90% … era questão de dias para que o sistema de saúde entrasse em colapso.

Foi então que a anestesista paraense Luciana Cruz, seguindo orientações do imunologista Roberto Zeballos, implantou um protocolo chamado de ‘Protocolo Colapso’.

Luciana então propôs um tratamento diferente daquele que vinha sendo adotado: seu Francisco, um paciente local já no estágio 2 da doença (considerado moderado, porém quando há o envolvimento pulmonar) , tomaria corticoides, antibióticos e anticoagulantes em casa.

Por que seu Francisco não foi medicado no hospital? Simplesmente porque não havia vagas … vários pacientes que chegavam aos hospitais, eram colocados em cadeiras … outros ficavam alojados nos corredores, enfim, havia uma superlotação nas enfermarias … não havia leitos.

Inicialmente, havia um temor de que os remédios [do seu Francisco] poderiam não funcionar,  mas que essa era a única opção dele naquele momento.

Os medicamentos que ele tomou fazem parte do chamado “protocolo colapso”, um tratamento feito em casa, com remédios orais, quando não há a opção de internação.

O objetivo não era combater o coronavírus, mas sim as reações que ele causa no corpo, como os problemas nos pulmões.

De acordo com a dra. Luciana Cruz e o imunologista Roberto Zeballos, até o dia 26 de maio, dos 323 pacientes tratados desta forma, 45 foram internados e um faleceu.

Na avaliação de Luciana Cruz, o tratamento se mostrou uma alternativa dos profissionais da saúde para conter a superlotação dos leitos nos hospitais.

O protocolo também está sendo usado por médicos em São Paulo, embora os hospitais da capital ainda tenham leitos disponíveis.

Rodrigo Santiago, pneumologista é um deles; ele afirma que o corticoide combate a inflamação nos pulmões causada pela Covid-19.

Antes mesmo da Universidade de Oxford anunciar (com sucesso) que o corticoide dexametasona (injetável) poderia ser usado par tratar pacientes na fase 2, o dr. Roberto Zeballos já havia alertado (e testado com sucesso) o tratamento com corticoide via oral.

Caso Unimed – você vai se impressionar

Confira o relato de Vânia Cristina Ribeiro Brilhante – Médica Infectologista e Coordenadora da Central de Abastecimento da Unimed Belém.


 


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