Facebook e o projeto globalista para alavancar a esquerda mundial

Assustados com a atitude combativa nas redes sociais contra a manipulação da grande mídia, os globalistas partem para o desespero

O projeto, que tem o ‘suposto’ objetivo de “combater as disseminações das fake news”, chama-se The Trust Project.

Segundo informação do site TecMundo, a iniciativa foi criada pelo Centro de Ética da Universidade de Santa Clara, EUA, e conta com mais de 75 organizações do setor de mídia e outras da tecnologia, a exemplo do Bing e do Twitter.

A ideia é criar padrões de consistência e confiança antes do material chegar aos mecanismos de procura ou nas plataformas sociais.

Conversa fiada: a ideia é inserir padrões de pensamentos comuns nas pessoas, fazendo com que as mesmas não questionem nada […] simplesmente obedeçam.

Em outras palavras, Zuckerberg (aquele que usa os dados pessoais de seus usuários para fazer bilhões de dólares) e as 13 famílias que controlam a riqueza mundial vão nos ensinar o que é uma notícia verdadeira.

Não precisa ter um Q.I. muito elevado para entender que o objetivo final é a censura completa das mídias independentes que não seguem a agenda globalista.

Ainda de acordo com o site TecMundo:

O Facebook (o mesmo que vazou dados de 50 milhões de pessoas) vai usar indicadores para treinar os algoritmos de busca e o Feed de Notícias com o objetivo de ignorar o material considerado inadequado. Quem financia a página, os métodos de trabalho, o tipo de conteúdo e o perfil dos autores, entre outras medidas, vão influenciar diretamente na liberação do selo Trust Indicator.

É um claro exemplo de censura disfarçada de ativismo jornalista.

A rede social, que nunca se importou com seus usuários, escancarou de vez o seu verdadeiro objetivo: dinheiro, manipulação e lavagem cerebral!

Lembre-se bem, você é apenas um produto que a rede social negocia com os patrocinadores deles.

Simples assim!

Porque a mudança?

Não se trata de combater discursos de ódio ou até mesmo evitar a disseminação de ‘fake news’, conforme eles alegam.

A coisa é mais séria: trata-se de concentração de poder, monopólio de informações, destruição da família, disseminação de valores imorais, excesso de consumismo, ideologia de gêneros para crianças, liberação de drogas, desmoralização da polícia, desarmamento de gente honesta, enfim, o caos generalizado …  coisa típica da agenda esquerdista.

Enfim, o facebook morreu!


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