Ministro do TCU pede quebra de sigilo nos empréstimos para países comunistas


Foram encontradas cerca de 140 irregularidades nas operações de crédito do BNDES durante as gestões petistas

O ministro Augusto Sherman, do TCU, está analisando diversos empréstimos bilionários que o governo brasileiro concedeu para os chamados ‘países amigos’.

Sherman destacou que os valores liberados (via BNDES) por Dilma e Lula e que receberam o status de ‘sigilosos’, devem ser abertos para a opinião pública.

Ele considera que o sigilo dos contratos é um ‘absurdo’ e a sociedade deve se interar dos reais acontecimentos que envolveram dinheiro público usado de maneira ilegal.

Membros do BNDES, da Camex (Câmara de Comércio Exterior ), da Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação (SBCE) e da Secretaria de Assunto Internacionais do Ministério da Fazenda estão sendo investigados.

Foi constatado que a área técnica do governo federal burlava análises de risco para poder realizar os empréstimos bilionários.


PGR retoma investigações sobre o BNDES

Os procuradores Francisco Guilherme Bastos e Ivan Cláudio Marx (encarregado da apuração desde o começo) serão os responsáveis pelas investigações, que deverão apontar como o governo petista (que agiu em conluio com o BNDES) fez jorrar bilhões de reais dos brasileiros em países comunistas governados por corruptos.

Somente em Angola, que foi governado por quase 4 décadas pelo mesmo ditador (amigão do Lula) estima-se que mais de 40 contratos embolsaram cerca de 7 bilhões e 800 milhões de reais com juros ‘minúsculos’.


PT investiu R$ 50 bi em obras no exterior. Dinheiro do FGTS financiou países comunistas

Uma auditoria ‘básica’ feita no TCU apontou gastos de R$ 50,5 bilhões [entre 2006 e 2014] em algumas obras financiadas pelo BNDES no exterior.

Os sortudos que mais receberam investimentos do governo petista foram Angola (R$ 14 bilhões), Venezuela (R$ 11 bilhões), Argentina (R$ 8 bilhões), República Dominicana (R$ 8 bilhões) e Cuba (R$ 3 bilhões)

Noventa e nove por cento (99%) dos empréstimos ficaram com cinco grandes empreiteiras, todas envolvidas na Lava Jato.

A Odebrecht abocanhou com 82% do total das obras e, obviamente, pagou uma generosa ‘comissão’.

Adivinhem pra quem? Sim, para o PT.

Grande parte dos recursos (dinheiro do BNDES com origem no FGTS) foi destinada para obras de infraestrutura como rodovias, portos e aeroportos nos países citados acima.

Ou seja, o dinheiro do trabalhador brasileiro foi usado para financiar obras em países comunistas!

O TCU está passando um pente-fino nos negócios do BNDES e deu um prazo de 90 dias para que a instituição apresente documentos sobre todos os empréstimos.


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