Lula quer saber quais crimes cometeu. Os próprios advogados dele já confessaram os atos

Lula é cínico ao extremo!

Após a visita do teólogo comunista Leonardo Boff, na tarde de hoje (07), o velhinho simpático e amicíssimo de Lula declarou que o petista continua na luta e sua candidatura é mais do que certa […] Boff também disse que Lula quer saber (de Sérgio Moro) quais crimes cometeu.

Os próprios advogados do ex-presidente já admitiram 2 crimes e tentaram ‘anular’ um desses crimes, o de lavagem de dinheiro.

No dia 22/01/2018, a defesa do ‘capo’ apresentou uma ‘apelação’ ao TRF-4. (estamos falando somente do Triplex)

Roberto Teixeira e Cristiano Zanin admitiram a possibilidade de ter ocorrido o crime de corrupção e pediram a prescrição da pena.

Confiram abaixo:

“Com efeito, se o benefício material – vantagem indevida – ocorreu em 2009, o crime de corrupção, em qualquer modalidade aventada, já teria se consumado naquele momento. Desse modo, caso se mantenha o quantum imposto na sentença, deve ser reconhecida a prescrição da pretensão punitiva retroativa, pois a referida pena prescreve em seis anos, lapso temporal já transcorrido entre a suposta consumação do delito (em oito de outubro de 2009) e o recebimento da denúncia.”

Não satisfeitos em praticamente ‘confessar um crime’, a defesa também pede a prescrição em relação a outro crime – o de lavagem de dinheiro:

“Da mesma forma, a lavagem de dinheiro teria sido consumada em 8 de outubro de 2009 (data da assunção do empreendimento imobiliário pela OAS, quando teria ocorrido a ocultação da propriedade do apartamento tríplex), tendo transcorrido o lapso temporal prescricional entre a suposta consumação do delito de lavagem e o recebimento da denúncia.”

É um verdadeiro tapa na cara de Justiça […] eles se apoderam de “firulas jurídicas” para tentar assegurar a impunidade de Lula.

Alegar que ocorreram crimes e que os mesmos prescreveram derrubam toda a argumentação (apresentada por eles mesmos) de que o ex-presidente teria sido vítima de perseguição política.


abaixo um trecho do documento:

fonte da informação: Estadão


 

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