Inversão de valores: Dr. Bumbum sugere que família de paciente morta o perseguiu com fuzil

Segundo o Jornal de Brasília, o médico Denis Cesar Barros Furtado (o Doutor Bumbum) já foi indiciado outras 4 vezes pela Polícia Civil do DF por exercício ilegal de medicina e crime contra o consumidor.

Na época, em 2017, ele foi alvo de uma operação realizada numa clínica clandestina no Lago Sul.

De acordo com a Polícia Civil, a ‘capivara’ (ficha criminal) do cidadão possui 7 anotações:

Uma por homicídio (em 1997) e outras 6 anotações por porte ilegal de arma (2003), crime contra a administração pública (2003), resistência à prisão (duas vezes, em 2006 e 2007), violação de domicílio (2007) e exercício arbitrário das próprias razões (2007).

O médico (que teve o CRM cassado na manhã de hoje) é acusado de matar Lilian Quezia Calixto, uma bancária de 46 anos que fez um procedimento no apartamento dele no último dia 14 […] Lilian faleceu devido a complicações na madrugada do dia 15/07.

Para se defender, ele divulgou um vídeo (nas redes sociais) dizendo que demorou para se manifestar publicamente porque estava sendo perseguido por homens armados com fuzis.

Pasmem, sobrou até para a família da vítima. Confira:

” A minha demora em fazer esse pronunciamento, quatro dias após a morte da bancária, é porque eu sofri um atentado com perseguição de carro … fuzil e tiros … eu não imaginava se era bandido ou se era represália da família da vítima … até agora eu não sei … estou sendo julgado por um crime que eu não cometi … aqueles que me caluniam serão punidos pelo homem e também por Deus “



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