Globo dispensa veteranos e demissões podem chegar a 4.000, diz colunista

Amanda Nunes Brückner | 21/11/2019 | 2:22 AM | MÍDIA
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“Demissões podem atingir cerca de 4.000 pessoas”

Desde a posse de Jair Bolsonaro, muita coisa vem acontecendo nos bastidores globais.

Há pouco mais de 1 ano, jornalistas, atores e diretores de renome foram dispensados pela emissora dos Marinho.

Salários de celebridades como Galvão Bueno, Cléber Machado, Ana Braga, Luciano Huck, Fátima Bernardes, Aguinaldo Silva, Pedro Bial, William Bonner e outros, foram renegociados e sofreram reduções significativas.

Em junho deste ano, o apresentador Fausto Silva chegou a declarar que seu programa estaria perto do fim.

A rádio Globo FM, que desde 2017 vinha investindo pesado na contratação de grandes nomes, resolveu mudar o rumo de sua programação e colocou um ‘ponto final’ em diversos contratos.

Maurício Kubrusly, Evaristo Costa, Monalisa Perrone, Carla Vilhena, Willian Waack, Dony de Nuccio, Sérgio Aguiar e Sidney Resende são apenas alguns nomes de ‘ponta’ do jornalismo brasileiro que já abandonaram o barco global.

Grande parte dos ex-globais foram contratados pela CNN … outros pela Record e alguns ainda estão em negociação.

E isso é só o começo … a CNN prometeu formar um time de jornalistas jamais visto na TV brasileira.

Com seu noticiário destrutivo e tendencioso, o que estamos assistindo atualmente é o início do fim da Globo.

Mais demissões nesta semana

Em processo de redução de gastos, o grupo de comunicações Globo decidiu demitir mais funcionários em São Paulo.

Somente na última terça (19/11), aproximadamente 30 jornalistas dos jornais O Globo, Extra e revista Galileu tiveram seus contratos rompidos.

Nesta quarta-feira (20), segundo informação de Ricardo Feltrin, do portal UOL, mais cortes foram efetuados e veteranos da emissora deixaram a casa.

Os alvos iniciais foram editores e repórteres com os maiores salários.

Ainda segundo Feltrin, as demissões podem atingir cerca de 4.000:

“A ideia da emissora é não renovar contratos de repórteres que ganham mais de R$ 120 mil como pessoa jurídica (PJ) e contratar outros com carteira assinada (CLT).” informou o colunista.

O site Poder 360, do jornalista Fernando Rodrigues, publicou o seguinte:

“A revista Época também corre risco de ser extinta no início de 2020. O grupo também anunciou oficialmente que Alberto Pecegueiro, executivo que estava há 25 anos na casa, deixou de comandar a Globosat.”

Adaptar-se às novas mídias

As demissões tem a ver com o plano “Uma só Globo” – programa que começou em 2018 e irá unificar a TV Globo, a Globosat (canais por assinatura), Som Livre (gravadora), GloboPlay (streaming), Globo.com e DGCorp (Diretoria de Gestão Corporativa).

O objetivo do projeto é reduzir a empresa e integrá-la em todas as mídias. De acordo com comunicado do presidente do grupo, Jorge Nóbrega, a estratégia visa ampliar a força da televisão:

Será que o dinheiro público era a principal fonte de renda de toda essa mega-estrutura?

 


 

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