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  • Governo cogitou prisão de General que defendeu intervenção militar


    AQUI NO BRASIL É ASSIM: NÃO SÃO OS MILITARES QUE PRENDEM OS CORRUPTOS E SIM O CONTRÁRIO!

    No último sábado (9), o comando do Exército, através do general Eduardo Villas Bôas, decidiu exonerar o general Antonio Hamilton Mourão do posto de secretário de Finanças da instituição.

    O anúncio foi feito pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, que confirmou que Michel Temer assinaria o decreto de exoneração do general Mourão.

    Jungmann declarou:

    “O alto comando do Exército me informou que pedirá a exoneração […] o ato será feito via decreto presidencial na segunda-feira (13)”, declarou o ministro.

    A possibilidade de prisão do general também foi analisada e só não ocorreu porque o militar é o principal nome cotado para ser o vice de Bolsonaro […] o governo não quis transformá-lo em vítima, temendo um aumento na popularidade da chapa Bolsonaro/Mourão.

    O general gaúcho disse (na última semana) que o presidente Temer transformou o governo num ‘balcão de negócios’ e defendeu a candidatura de Jair Bolsonaro […] motivo esse que fez com que ele fosse afastado do cargo.

    Na quinta-feira (7), Mourão voltou a cogitar uma intervenção militar no país, reafirmando que as Forças Armadas poderão atuar caso haja uma situação de “caos” no país e também elogiou Jair Bolsonaro:

    “Bolsonaro é um político com 30 anos de estrada [,..] não tem telhado de vidro, não esteve metido em falcatruas e confusões […] ele terá que se cercar de uma equipe competente […] e nós (seus companheiros dentro das Forças) olharmos com muito bons olhos sua candidatura”, declarou.


     

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