Garçom petista que atendeu Bolsonaro nos EUA com suspeita de coronavírus

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Patrícia Moraes Carvalho | 13/03/2020 | 10:05 AM | POLÍTICA
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Na último domingo (08), o presidente Jair Bolsonaro esteve em uma churrascaria em Miami.

Após dar as boas-vindas a Bolsonaro e à comitiva, o garçom Franklin Oliveira disse ter ouvido o presidente falar sobre “os mesmos temas de sempre”:

“ … falar mal do Leonardo Di Caprio, falar sobre a Amazônia e criticar o comunismo …” declarou.

Franklin disse que é grato a Lula, pois se formou através do FIES:

“Quando ele foi solto, eu soltei fogos, ele me deu oportunidade de educação. Se estou nos EUA é graças ao Lula”

Segundo o Estadão, um colega de Frankin o definiu como ideólogo de “extrema esquerda”.

Coronavírus

Dois dias depois de atender Bolsonaro, o garçom foi ao hospital Jackson Memorial para realizar o teste do coronavírus, pois apresentou sintomas de gripe nos dois últimos dias:

“Eu atendi domingo a comitiva do presidente Jair Messias Bolsonaro e o presidente da Secom [Fábio Wajngarten] que atestou positivo hoje de manhã, então achei interessante vim fazer o exame, porque eu fui o garçom da mesa deles, e eu já estou com dor de garanta desde ontem, hoje se agravou um pouquinho mais quando acordei“

A pergunta que não quer calar:

Quem passou o vírus pra quem?

 


 

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