Fundo eleitoral é “a corrupção legalizada com o objetivo de assaltar os cofres públicos”

Amanda Nunes Brückner | 07/09/2019 | 7:30 AM | BRASIL
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O jurista Modesto Carvalhosa explica porque o FUNDO ELEITORAL é a legalização da corrupção no país.

Sem meia palavras, Carvalhosa foi direto ao ponto.

Confira:

Os políticos profissionais que comandam os corruptos partidos que continuam dominando o Senado e a Câmara, enlameados naquela sórdida aliança do Centrão com o PT e satélites, por não poderem mais viver das bilionárias propinas pagas pelas hoje combalidas empreiteiras, resolveram LEGALIZAR o assalto aos cofres públicos mediante a criação do ignóbil FUNDO ELEITORAL, o famoso Fundo da Vergonha Nacional.

A corrupção não é mais um crime. Agora é LEI.

Por iniciativa da bancada do PT, na vigência do governo Temer, é que foi instituído esse famigerado Fundo Eleitoral para permitir que os partidos “tradicionais” pusessem no bolso dos seus donos R$1,7 bilhão do deficitário orçamento federal, sob o pretexto de cobertura de “despesas” com as eleições gerais de 2018.

Agora, os mesmos canalhas que continuam na Câmara e no Senado não apenas querem repetir a dose para as eleições municipais mas DOBRAR o seu valor para R$3,4 bilhões.

O esquema desses bandidos disfarçados de “representantes do povo” ‘é conhecido.

Os diretórios municipais desses partidos arregimentam dezenas de CANDIDATOS LARANJAS em cada cidade, atribuindo-lhes ficticiamente uma parcela do Fundo Eleitoral, R$100 mil, por exemplo, para as despesas de uma inexistente campanha. Então, o candidato laranja, dos 100 “recebidos”, devolve 90 à legenda, ou seja, entrega diretamente para o bolso dos “dirigentes partidários”.

É assim que funciona o esquema do bilionário assalto aos cofres públicos, como todos nós vimos nas eleições de 2018.

Enquanto isso, há 30 milhões de brasileiros desempregados ou sub-empregados, à mingua de investimentos governamentais em obras e serviços, por conta do monstruoso déficit orçamentário federal e da falência dos Estados e da maioria dos municípios brasileiros.

Não há nenhuma diferença entre aqueles parlamentares e os assaltantes que estouram, nas madrugadas, os caixas eletrônicos nas cidades brasileiras.

São todos delinquentes do mesmo ramo. Só que os “representantes do povo” assaltam BILHÕES, tendo a própria LEI como instrumento, ao passo que as quadrilhas precisam usar dinamite para assaltar, quando muito, um milhão.

 

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