Folha/SP apresenta 'papelzinho' sobre os tais 'disparos no whatsapp ' | Diário do Brasil

Folha/SP apresenta ‘papelzinho’ sobre os tais ‘disparos no whatsapp ‘

A Folha de SP está atirando pra tudo que é lado pra ver se acerta alguém …

(Amanda Nunes)

Patrícia Mello, a jornalista petista que acusou Bolsonaro de chefiar uma organização de empresários que disparava mensagens políticas através do whatsapp, voltou a atacar.

Desta vez, o alvo foi Geraldo Alckmin.

Ela publicou uma nova matéria na Folha dizendo que “emails obtidos pelo jornal confirmam a oferta de disparos em massa por WhatsApp a campanhas políticas, utilizando base de usuários de terceiros, em desacordo com a lei eleitoral.”

De acordo com ela, a Croc Services formalizou proposta de R$ 8,7 milhões à campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência, usando nomes e números de celulares obtidos pela própria agência, e não pelo candidato.

Conforme você podem ler acima, a Croc Services formalizou proposta … vamos repetir … formalizou proposta.

Que tipo de jornalismo é esse?

O coordenador da área digital da campanha de Alckmin afirmou que a campanha não aderiu ao serviço oferecido e utilizou apenas uma base de telefones de militantes e membros do PSDB para enviar mensagens.

A Folha (ridiculamente) anexou uma proposta de orçamento como uma “suposta prova de disparo de mensagens.”

Desde quando um papel escrito ‘orçamento’ pode ser usado como prova de algo?

Longe de nós querer defender o candidato do PSDB, mas que matéria mais chinfrim, hein Folha?

E o mais bizarro de tudo é que, no caso de Bolsonaro, eles (a Folha) não têm nem sequer um orçamento (um papelzinho).

RIP jornalismo.



 

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