Feminismo transformou a liberdade das mulheres numa prisão


Um rápido resumo do currículo do Padre Ricardo:

Paulo Ricardo de Azevedo Júnior tem 51 anos, é um sacerdote católico, escritor e professor universitário. Foi ordenado padre 1992 pelo Papa João Paulo II. De pensamento conservador, é autor de diversos livros. Foi apresentador do programa Oitavo Dia, pela TV Canção Nova. Estudou em Michigan, nos Estados Unidos (1983-1984), o que lhe rendeu inglês fluente. Além do inglês fala italiano, espanhol, francês, latim e alemão. Constantemente é chamado para pregar retiro do clero de várias dioceses do Brasil e até de outros países, devido seu vasto conhecimento a respeito da Teologia e a doutrina da Igreja.


A sociedade moderna está mergulhada no conceito de igualdade.

Cada vez mais luta-se para equiparar o homem à mulher e vice-versa.

Se a igualdade pretendida fosse em relação aos direitos civis, cuja necessidade é inegável, não seria, de fato, um problema.

O que acontece é que esta sociedade moderna, eivada do relativismo cultural, quer transformar a mulher no novo homem e o homem na nova mulher, invertendo e pervertendo os valores mais elementares.

Deus criou o homem e a mulher em igual dignidade, mas quis que houvesse uma diferença entre os dois gêneros.

“Ser homem” e “ser mulher” faz com que exista uma complementariedade entre eles […] ambos são como uma interação de forças, uma espécie de equilíbrio da natureza, assim como: sol x lua, positivo x negativo, yin x yang, ativo x passivo, frio x calor, repouso x atividade, esquerda x direita , etc…

Deu pra entender?

Homem e mulher foram criados por Deus para formarem um conjunto, não um se sobrepondo ao outro, mas em perfeita sintonia um com outro.

Lutar contra essa condição, fazendo com que a mulher tente, por todos os meios, ocupar o lugar do homem é lutar diretamente contra o projeto de Deus, contra a própria natureza humana.

A liberação sexual promovida pelos métodos anticoncepcionais, longe de trazer a sensação de igualdade entre o homem e mulher, transformou a mulher numa máquina de prazer, pois agora ela sabe que pode ter uma vida sexual ativa sem a consequente gravidez.

Não precisa ter compromisso com o parceiro, não precisa sentir-se segura ou amada. Ledo engano.

O que se vê são cada vez mais mulheres frustradas, depressivas, olhando para trás e percebendo que estão vazias, correndo contra o tempo para manterem-se jovens, pois nada mais têm a oferecer que não o invólucro.

A liberdade da mulher transformou-se numa prisão.

Hoje, elas se vêem presas a estereótipos ditados pela agenda feminista, cujo maior objetivo é destruir a essência da mulher, igualando-a ao homem, transformando seus úteros em lugares estéreis e varrendo para debaixo do tapete o instinto natural da espécie: a maternidade.

Portanto, é necessário que cada mulher, criada à semelhança de Deus, recupere o seu lugar na Criação. Que a mulher seja mulher em toda sua plenitude!!

Parabéns a todas vocês neste Dia Internacional da Mulher – Equipe Diário do Brasil.



Veja o que essa bela jovem diz no vídeo abaixo:


 

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