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  • Estatal de mídia norte-coreana anuncia que a “batalha final contra os EUA” vai começar


    A declaração ocorreu quando um grande terremoto de 3,4 graus atingiu a Coréia do Norte, provocando temores de que o país comunista tenha testado outra bomba de hidrogênio.

    Kim Jong-un emitiu hoje (23) uma declaração revelando que suas forças armadas estão prontas para lutar na “batalha final contra os EUA”.

    Em uma ofensiva sem precedentes, Kim ordenou que seu exército “poderoso” destrua os EUA com um “ataque ofensivo fatal”, segundo a agência estatal coreana de notícias KCNA.

    Kim disse que Trump “pagará caro” por ameaçar “destruir totalmente” a Coréia do Norte em seu primeiro discurso nas Nações Unidas.

    Seu exército está se preparando para a “guerra mais difícil da história” em resposta à “feroz declaração de guerra” de Trump, disse KCNA.

    A declaração da KCNA não explica como, quando e onde as forças armadas de Kim estão preparadas para atacar.

    De acordo com estimativas oficiais, a Coreia do Norte tem um exército (em números de combatentes) que pode ser comparado ao dos EUA, com quase um milhão de soldados, incluindo outros 200 mil militares das forças especiais.

    Já os EUA possuem aproximadamente 1,4 milhão de soldados.


    O comunicado KCNA informou:

    “Os funcionários do Ministério das Forças Armadas do Povo se reuniram na sexta-feira (22) para fazer o juramento de luta na batalha final contra os EUA sob a liderança do Supremo Comandante Supremo Kim Jong-un. Durante muitos anos planejamos combater os gângsteres imperialistas norte-americanos. 

    “A ofensiva continuará até que destruamos o último soldado americano para que não haja ninguém para assinar um documento de rendição. Aniquilemos os imperialistas norte-americanos deste planeta para sempre.”

    “Trump, o chefe dos imperialistas dos EUA, ousou fazer a mais feroz declaração de guerra já conhecida na história ao mesmo tempo em que fez observações beligerantes sem precedentes, visando destruir totalmente a RPDC. Ele pagará caro e terá a contra-guerra mais dura da história mundial”.

    A retórica agressiva entre Washington e Pyongyang foi aumentada para níveis alarmantes nos últimos dias.

    Em um tweet, o presidente norte-americano voltou a provocar:

    “Kim Jong Un é obviamente um louco que não se importa de morrer de fome ou de matar seu povo. Ele será testado como nunca antes”.

    A postagem ocorreu algumas horas após Kim chamar Trump de “doente mental” em uma declaração pessoal rara entre chefes de estado.

    O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, descreveu a retórica entre os dois líderes como uma “luta entre crianças do jardim de infância”


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