Estamos diante do maior acórdão da história?

Patrícia Moraes Carvalho | 29/08/2019 | 10:27 AM | DESTAQUES DB
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A Segunda Turma do Supremo (Gilmar, Lewandowski e Cármen Lúcia) já deu indícios de que parte das condenações da Lava Jato poderá ser anulada.

O presidente do Senado, único órgão que poderia conter os abusos de alguns membros do STF, já declarou (em alto e bom tom) que não haverá CPI da Lava Toga nem votação de impeachments de ministros da Suprema Corte.

Na Câmara, o presidente Rodrigo Maia vai costurando acordos e impedindo o avanço das pautas propostas pelo ministro Moro.

Sutilmente, o presidente Jair Bolsonaro vai minando os órgãos de investigação e controle – exatamente os mesmos que Sérgio Moro sempre considerou essenciais para combater os crimes de colarinho-branco. O motivo? Proteger o filho Flávio.

O PT continua sua campanha patética para soltar Lula da cadeia.

Dias Tóffoli e Alexandre de Moraes mandam investigar e prender aqueles que se atrevem a criticar o STF.

Moral da história … estamos diante do maior acórdão da história. O mecanismo continua mais vivo que nunca.

Não se assuste se, de repente, o STF mandar prender Sérgio Moro e Deltan Dallagnol.

Pode até ser utopia, mas (eu, Patrícia) ainda tenho a clara convicção de que a única pessoa que pode romper o mecanismo se chama general Antônio Hamilton Martins Mourão, o vice-presidente.

 

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