Esposa de Eduardo Cunha a um passo da cadeia

Cláudia Cruz é acusada de ter ocultado (e usado) dinheiro no exterior obtido de maneira ilícita por Eduardo Cunha

Em maio de 2017, o juiz Sérgio Moro absolveu a jornalista e alegou que não havia provas suficientes de que ela teria cometido os crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Para Moro, Eduardo Cunha, era “comprovadamente era o gestor das contas”.

O juiz ordenou o confisco de aproximadamente R$ 600 mil que estavam em uma conta de Cláudia na Suíça.

2ª instância

O desembargador João Pedro Gebran Neto votou por condenar a jornalista por evasão de divisas e o desembargador Leandro Paulsen votou pela condenação por evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

O terceiro desembargador da 8ª Turma do TRF-4, Victor Laus, pediu de vista do julgamento, que não tem prazo para terminar.

Na apelação, o MPF pediu a condenação da ré alegando que há provas de que ela escondeu e movimentou dinheiro em uma conta na Suíça.

“Ela tinha plena consciência da origem ilícita dos valores ao fazer gastos extravagantes em hotéis, lojas de grife e restaurantes em Miami, Nova York, Paris, Milão e Madri” alegaram os procuradores.

A defesa da jornalista pediu a manutenção da sentença declarada por Sérgio Moro.

Caso o desembargador Victor Laus acompanhe o voto de seus colegas, Cláudia ficará trancada, assim como o maridão.


 

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