“Em 21 anos de regime militar, tivemos 500 mortos … 400 eram da esquerda armada”


Vivenciamos o caos político e econômico, agravado por um descalabro moral e ético jamais visto

REVOLUÇÃO REDENTORA!

Mais do que nunca, vivemos a necessidade de repensar o Brasil, de voltar os nossos olhos para “31 de Março de 1964”, um fato histórico que não pode ser apagado da história da Pátria, muito menos da memória dos que o protagonizaram ou o herdaram.

O povo brasileiro, deixado à mercê de sua vontade, mas, “deseducado e iludido, elegeu uma classe política absurdamente corrupta, irresponsável e despreparada”. (Gen Rocha Paiva).

Essa atitude, consequência da desilusão que contamina todos os níveis da sociedade, atesta, em regime de sofrimento, o quanto devemos aos heróis de 1964 que, abraçados aos interesses da Pátria, em meio às ameaças da Guerra Fria, souberam interpretar a vontade nacional, identificar o perigo e tomar a iniciativa para neutralizá-lo.

É nesse contexto que devemos rememorar e enaltecer a Revolução Democrática de 31 de Março de 1964 – desfecho de um movimento civil-militar que mobilizou toda nação sem dar condição de reação a um governo que perdera a autoridade moral, o respeito do povo e o apoio do Congresso Nacional.

O Brasil, ao cortar o mal na raiz, escapou do destino infeliz que lhe desejavam os mesmos que hoje ainda ocupam o poder pela via da mentira e da exploração das próprias vulnerabilidade da democracia.

Em 21 anos de regime militar, tivemos a lamentar cerca de 500 mortos em confrontos nas áreas urbanas e rurais, sendo 400 militantes da esquerda armada.

Um alto custo para poucos, mas muito baixo se comparado ao da impunidade e da criminalidade que hoje nos intimida.

É hipocrisia a condenação dos governos militares por excessos no combate ao terrorismo, feita por quem idolatra ditaduras e lideranças criminosas; concede asilo a terroristas estrangeiros condenados, mas devolve fugitivos da ditadura cubana; financia e confraterniza com ditos movimentos sociais, cujas ações resultam, impunemente, em invasões, destruições e mortes.

Os Generais Presidentes reconheciam a excepcionalidade do regime e manifestavam permanentemente a vontade de promover o retorno à normalidade.

O Brasil tornou-se uma democracia, aspiração dos governos militares e da sociedade. BASTA de impunidade e de leniência com os crimes da corrupção endêmica que, pela força da demagogia e da mentira, assaltou os poderes da República!

Os Marinheiros, Soldados e Aviadores, cidadãos fardados nunca apartados da sociedade a que servem e em nome da qual impunham suas armas, não estão alheios à conjuntura hostil ou descuidados do cumprimento do seu dever.

Têm a motiva-los o exemplo histórico da Revolução Democrática de 1964 que não pode ser, nem nunca será, apagado da memória dos que amam com fé e orgulho este solo sagrado das Terras de Vera Cruz!

BRASIL, ACIMA DE TUDO!!


Gen Bda Paulo Chagas

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