Disseram para Dilma que o email dela está armazenado na nuvem. Vejam a confusão!


Um exemplo bem rápido:

Quando você acessa uma conta de email (no caso da Dilma foi o gmail), as informações desse email (caixa de entrada, caixa de saída, rascunhos, etc…) ficam armazenados em uma espécie de ‘servidor virtual’, o que torna seu acesso mais rápido e seguro.

Esse ‘servidor virtual’ se conecta com grandes servidores (digamos REAIS) […] ou seja, todas as informações ficam armazenados em grandes servidores físicos em várias partes do mundo.



O QUE ACONTECEU COM DILMA?

Em maio de 2017, a marqueteira Mônica Moura entregou ao MPF a reprodução (um print da tela) de uma conta de e-mail (GMAIL) que ela e Dilma usavam para se comunicar.

A delatora contou que a conta (do GMAIL) foi criada para que a ex-presidente pudesse avisá-la com antecedência sobre avanços da Operação Lava Jato.

Mônica afirma que tanto ela quanto Dilma tinham acesso à conta.

Ambas não chegaram a enviar emails uma para a outra […] elas criaram uma estratégia (digamos…) ordinária.

Com o intuito apagar futuros rastros e fugir das investigações da PF, as mensagens que elas trocavam ficavam armazenadas na pasta de RASCUNHOS.

Tentaram explicar para Dilma que as mensagens que estavam dentro dessa conta de email estavam armazenadas em uma nuvem. É óbvio que essas mensagens também estavam armazenadas em algum servidor do Google pelo mundo afora … mas Dilma não conseguiu entender bulhufas.

Das duas uma: ou essa senhora tem um Q.I. de ameba ou estamos diante de uma atriz excepcional!


assista a explicação da presidenta:


 

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