Diagnóstico de Lula: “Doença sem cura e perspectivas sombrias”

O psiquiatra Ednei Freitas fez um diagnóstico da personalidade de Lula

Os exames informam que o ex-presidente é portador de um tipo de transtorno dificilmente curável […] pacientes afetados por essa disfunção não saem da cadeia melhor do que entraram.

O PARECER DO DOUTOR

É um diagnóstico de um sujeito que não foi examinado pessoalmente, porém trata-se de uma figura pública que afetou avida de milhares de brasileiros por suas vigarices.

Há alguns anos, a doença do ex-presidente era conhecida como Personalidade Psicopática […] a classificação diagnóstica mudou e hoje consta no CID-10 (Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde) como Transtorno da Personalidade Anti-Social.

O quadro clínico para esse tipo de psicopata é assim descrito:

São pessoas sedutoras, cínicas e manipuladoras. Geralmente são incapazes de manter uma relação conjugal leal ou duradoura.

Quando percebem que suas atitudes estão sob avaliação, reprovação ou questionamento, são capazes de adotar mudanças radicais em seu estilo de vida para afastar as suspeitas sobre si, como por exemplo, casar-se repentinamente, frequentar igrejas ou presentear conhecidos.

Mentem exageradamente, sem constrangimento ou vergonha. Na narrativa dos fatos, utilizam contextos fundamentados em acontecimentos verdadeiros, porém manipulados de acordo com seus interesses, e assim se tornam extremamente convincentes.

Roubam, abusam, trapaceiam, manipulam dolosamente seus familiares, parentes e amigos.

Causam inúmeros transtornos a quem está ao seu redor e podem colocar em risco a vida de outras pessoas sem sentir pena de quem foi manipulado.

Seduzem seus parceiros a fim de convencê-los a fazer algo em seu lugar, evitando prejuízo a si mesmos. Podem maltratar animais sem piedade, mesmo que não obrigatoriamente. Esse conjunto de características faz com que os sociopatas dificilmente consigam aprender com a punição e modifiquem suas atitudes.

São capazes de fingir com maestria comportamentos tidos como exemplo de ética social e capazes de fingir crenças ou hábitos para se infiltrarem em grupos sociais, religiosos ou políticos a fim de ocultar sua verdadeira personalidade.

Pessoas sociopatas não sentem remorso pelo o que fazem. Jamais sentem culpa.

Quando detectam que outras pessoas começam a notar seus desvios de personalidade são extremamente hábeis em fingir comportamentos exemplares, alterando e adaptando seus desvios de conduta para que não sejam descobertos.

Os pacientes com personalidade anti-social são altamente representados pelos chamados “vigaristas”.

São exímios manipuladores capazes de convencer outros a participarem de esquemas que envolvam modos obscuros de obtenção de dinheiro […] frequentemente essas pessoas são levadas à ruína financeira, embaraço social ou ambos.

Não é possível confiar neles para levar adiante qualquer projeto ou aderir a qualquer padrão convencional de moralidade.

Promiscuidade, abuso do cônjuge, abuso infantil e condução de veículos sob os efeitos do álcool são eventos comuns.

Há ausência de remorso por tais ações, ou seja, tais pacientes parecem desprovidos de consciência.

As perspectivas de tratamento são sombrias, os portadores desse transtorno são praticamente intratáveis. E a ressocialização penitenciária, quando presos, é nula.


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