Delegado Francischini: "Mandante do crime contra Bolsonaro pode estar no Congresso Nacional" | Diário do Brasil

Delegado Francischini: “Mandante do crime contra Bolsonaro pode estar no Congresso Nacional”

Vídeo do delegado no final da matéria …

Conforme publicamos no último dia 12, o homem que tentou assassinar Jair Bolsonaro esteve mais de uma vez na Câmara dos Deputados.

De acordo com informações do site Antagonista, Adélio esteve na Câmara no dia 06/08/2013 e participou de uma reunião com um deputado federal.

Além dessa visita em 2013, o criminoso também esteve outras vezes no local.

João Henrique Caldas, terceiro-secretário da Câmara, protocolou (no dia 12/09) um pedido à Polícia Legislativa para que todos os registros de entrada de Adélio fossem verificados e disponibilizados.


Polícia Legislativa – parte 1

O Ofício da Polícia Legislativa, divulgado na noite de terça-feira (18), informava que existiam dois registros de entrada do criminoso Adélio na Câmara dos Deputados, porém a data constava como dia 6 de setembro – o mesmo dia que ele esfaqueou Bolsonaro.

No documento oficial, constava a seguinte informação:

“Constatou-se a existência de mais dois registros de entrada referentes à pessoa do Senhor Adélio, ambos datados do dia 6 de setembro de 2018, dia em que fora efetuada sua prisão no estado de Minas Gerais em decorrência do atentado ao deputado Bolsonaro”.

O diretor Paul Pierre Deeter, diretor da Polícia Legislativa, alegou que os registros poderiam ter sido forjados (alterados).


fonte: O Antagonista


Houve um erro cometido por um funcionário terceirizado, diz Polícia Legislativa

Vejam só que confusão …

Em nota divulgada ontem (19), a Polícia Legislativa da Câmara informou que os tais registros de Adélio que constam no sistema datados em 6 de setembro foram fruto de um erro cometido por um funcionário terceirizado.

O tal funcionário teria teria efetuado uma busca pelo nome de Adélio no sistema e acabou gerando um novo registro com o nome do criminoso.

Para o diretor da PL, o terceirizado não agiu de má fé, já que ele informou o erro a seus superiores logo após o ocorrido.

A impressão que fica é que alguém tentou criar um álibi para Adélio … mas é só uma impressão!


fonte imagem: O Antagonista


Ouça o que diz o delegado Fernando Francischini, que acompanha as investigações sobre o atentado contra Bolsonaro desde o último dia 06


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