Delação de Palocci provoca corre-corre de bancos ao MPF

Segundo informações do jornal Valor Econômico, o mercado financeiro foi pego de surpresa com a assinatura do termo de delação premiada de Antônio Palocci.

Em meio à iminente delação, grandes instituições financeiras (leia-se bancos) já procuraram o MPF (Ministério Público Federal) em busca de regras e condições para um possível acordo de leniência com o órgão.

Até hoje, nenhum banco havia procurado a Força Tarefa para relatar seus ilícitos […] foi só Palocci botar a boca no trombone e a situação mudou da água para o vinho […] agora todos querem cooperar.

Os nomes desses bancos ainda estão sendo guardados a sete chaves […] qualquer informação vazada poderia acarretar em uma debandada em massa (de clientes) dessas instituições financeiras.

O Valor também destaca que, além de Antônio Palocci, há um possível interesse das autoridades na delação do doleiro Lúcio Funaro, o principal operador financeiro de Eduardo Cunha.

No fim das contas, os bancos envolvidos pagarão uma multa milionária e continuarão operando normalmente no mercado financeiro.

Os prejuízos? Ahh … isso é fácil de se resolver … os bancos simplesmente repassarão a conta para seus clientes, como sempre!


 

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