Cuidado com a mídia. Queiroz é pano de fundo para algo muito mais grave

Patrícia Moraes Carvalho | 18/06/2020 | 1:52 PM | POLÍTICA
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Fabrício Queiroz é acusado [vamos repetir … acusado e não condenado] de operar um esquema de repartição do salário de assessores parlamentares do gabinete de Flávio Bolsonaro, na época deputado estadual pelo RJ.

Isso é fato … o que a grande mídia não divulga é que outros 27 deputados e dezenas de assessores também são investigados pelo mesmo motivo.

Que se puna quem deve ser punido e, caso sejam condenados, que sejam tratados como um Lula qualquer.

Infelizmente, a tal da rachadinha é uma cultura que está enraizada na política brasileira e abrange não só os políticos das esferas federais e estaduais, como também prefeitos e vereadores dos mais distantes rincões do país.

O que nos deixa com a pulga atrás da orelha é que a prisão desse cidadão ocorreu justamente no momento em que o ‘supremo magistrado xerife’ está sendo pressionado por suas aventuras jurídicas em um inquérito inconstitucional.

A intenção dessa prisão é clara: vincular o presidente da república ao nome de Queiroz e derrubá-lo imediatamente.

Mas calma … muita coisa ainda vai aparecer!

Tipo o quê?

No final de 2019, Flávio Bolsonaro acusou o juiz que mandou prender Queiroz de manter relações ‘amigáveis’ com o governador Wilson Witzel, inimigo declarado de Jair Bolsonaro … nada foi investigado.

Tem mais? tem sim …

Há boatos de que alguém do grupo que pediu a prisão de Queiroz possui relações ‘tucanas’ com um ‘supremo’ cidadão … coincidência?

Óbvio que não …

Portanto, meus caros, aguardem as cenas dos próximos capítulos.


 

 

 

 

 

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