Primeiro eles retiram o direito de ir e vir. Agora, a compra de alimentos em supermercados será limitada

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Patrícia Moraes Carvalho | 17/04/2020 | 11:09 AM | POLÍTICA
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Produtos não perecíveis e enlatados têm compra limitada a cinco unidades por pessoa

Já o álcool gel e papel higiênico, por exemplo, ficam restritos a dois pacotes.

O governador do estado de Goiás, Ronaldo Caiado, decretou racionamento para os cidadão de seu estado, informou o G1.

A população está limitada a comprar duas unidades de produtos de higiene e proteção individual e a cinco unidades de alimentos, por pessoa, em todos os supermercados do estado.

O descumprimento da medida culmina em multa de R$1 mil reais contra o estabelecimento comercial que não cumprir com as cotas de racionamento.

Um detalhe interessante é que a lei estabelece que o valor aferido nas autuações será revertido para o Fundo Estadual de Saúde (FES) ou a um fundo específico de combate ao coronavírus.

Ocorre que, não constam das previsões do governo federal, quaisquer alertas sobre possível desabastecimento, exceto aqueles mencionados pelo Presidente da república, em face do isolamento e do desaceleramento provocado nos setores produtivos da nação.

Qual será o próximo passo de Caiado?

Comprar toda a produção de alimentos e distribuir vales-frango para a população, como ocorre na Venezuela?


 

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