Coincidência? Dois meses após simulação de pandemia, o vírus mortal se tornaria realidade

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Patrícia Moraes Carvalho | 10/04/2020 | 4:58 AM | DESTAQUES DB
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18 de outubro de 2019

O Johns Hopkins Center for Health Security, departamento da Universidade que atualmente sedia os dados oficiais [as desgraças] mundiais causados pelo vírus chinês, em parceria com o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Bill e Melinda Gates, sediou o Evento 201, um exercício de pandemia de alto nível, em Nova York, NY.

Conforme explica o site da Johns Hopkins, a simulação de pandemia mundial buscou analisar quais seriam as respostas possíveis a tal ameaça e quais os possíveis impactos de uma provável pandemia.

Cerca de dois meses depois do evento citado acima, o mundo real se deparava com uma praga diabólica que mataria milhares de pessoas e infectaria milhões.

É muita coincidência ou não é?

Abaixo um documento oficial do evento que comprova a tal ‘simulação’ da pandemia.

Repare que só mudam os ‘atores’ e o ‘local do epicentro’, mas a trama é a mesma.



▼ tradução ▼

CAPS: O PATÓGÊNO E A SÍNDROME CLÍNICA

Preparado por Amesh Adalja e Lane Warmbrod

A Síndrome Pulmonar Aguda de Coronavírus FICCIONAL (CAPS) é uma doença respiratória aguda.

Infecção que pode progredir para pneumonia e síndrome do desconforto respiratório agudo.

Isto é, causada por um coronavírus de ‘origem suína’ (vírus CAPS).

O vírus CAPS é da mesma família de vírus que SARS e MERS, mas é antigenicamente distinto.

O vírus existe na população de morcegos por muitos anos e tem sido transmitido aos porcos domésticos. O vírus causa doença leve em porcos.

Como SARS e MERS, uma mutação no vírus CAPS permitiu a infecção humana, levando a um ou mais eventos de transbordamento para suinocultores na América do Sul, mas com limitações limitadas de propagação humana.

Assim como o SARS, mais uma mutação no vírus CAPS permitiu posteriormente transmissão de humano para humano.

O vírus CAPS é mais transmissível em casos leves que o SARS-CoV e se espalha por indivíduos sintomáticos.

A transmissão é via via respiratória, principalmente por gotículas respiratórias, com alguma proporção sendo transportada pelo ar durante a geração de aerossóis.

Procedimentos médicos.

• Aproximadamente 50% dos casos de CAPS requerem hospitalização, muitos deles em um unidade de terapia intensiva (UTI).
A taxa de mortalidade do CAPS em pacientes hospitalizados é de cerca de 14%.
A taxa geral de fatalidade de casos (CFR) é de 7%.
• O R0 médio é 1,74.
• O período de incubação varia de 5 a 7 dias.

Não existe vacina licenciada para nenhum coronavírus, embora alguns estejam em desenvolvimento para SARS e MERS.

Não existe medicamento antiviral com indicação para tratamento com coronavírus,embora existam vários medicamentos, incluindo anti-HIV, que podem ser eficazes.

Nesse cenário, existe um antiviral FICTIONAL para HIV – extranavir – que pode ser eficaz para tratamento ou profilaxia do CAPS.


Vídeo oficial do evento


 

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