Ciro Gomes: “Um promotor de SP resolveu me processar por injúria … é um FDP”

Será que houve (realmente) um crime de injúria ou estamos voltando à época da censura?

O pré-candidato à presidência Ciro Gomes parece que rompeu o “voto de silêncio” que havia proposto a si mesmo e decidiu rasgar o verbo novamente.

Em entrevista para a rádio Jovem Pan no dia 18/06, ‘Cirão da massa’ citou o vereador de SP Fernando Holiday e o chamou de “capitãozinho do mato”, termo usado para denominar capatazes que buscavam escravos fugitivos.

“Esse Fernando Holiday aqui, que é a pior coisa que tem, é um negro que é usado pelo preconceito para estigmatizar, que é o capitão do mato no passado, você imagina o que eu estou dizendo dele aqui”, disse Ciro.

No último dia 12, o MP/SP solicitou a instauração de inquérito policial contra Ciro Gomes para apurar o suposto crime de injúria racial.

A defesa de Holiday pediu uma indenização de R$ 38 mil e classificou a frase como racista.

Durante uma sabatina realizada ontem (17) na Abimaq (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos), em São Paulo, Ciro atacou o promotor que pediu a abertura de inquérito contra ele pelo delito de “injúria racial” ao vereador Fernando Holiday (DEM-SP), membro do MBL.

“Um promotor aqui de São Paulo agora resolveu me processar por injúria racial. E pronto, um FDP desse faz isso”, afirmou. Ele que cuide de gastar o restinho das atribuições dele, porque se eu for presidente essa mamata vai acabar. Quem é que vai pagar meu prejuízo eleitoral e político?” disparou Ciro.



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