Chega de termos complexo de vira-latas … o Brasil não é a Itália e ponto final

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Patrícia Moraes Carvalho | 27/03/2020 | 7:13 AM | DESTAQUES DB
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Chega de tocar o terror na população …

Os posicionamentos do presidente Bolsonaro não estão sendo tomados em vão.

Conforme já declaramos em outras ocasiões, quem apostar contra o competentíssimo ministro da Saúde, vai dar com os burros n’água.

A equipe estrategista do PR, composta por vários militares (e também civis-técnicos) tem analisado minuto a minuto a evolução do coronavírus no mundo e no Brasil.

A opção pelo isolamento vertical (somente idosos e grupos de risco) pode ter vindo de uma análise estatística não tão difícil de se entender.

Atualmente, o Brasil figura na 20ª posição da lista de países com mais casos de coronavírus do mundo, porém no quesito índice de mortalidade, nosso país aparece na posição número 25.

Em números (atualizados às 07h:00 de 27/03 – fuso Brasília), podemos dizer o seguinte:

População estimada do Brasil: 209.300.000

Dias desde o início: 32

Número de infectados: 2 985

Número de óbitos: 77

Casos [infecção] a cada 1 milhão: 14,26

Casos [morte] a cada 1 milhão: 0,36

*** Casos por milhão = total casos / população * 1,000,000 ***

É óbvio que esses números acima certamente mudarão a partir das próximas semanas, quando atingiremos o ponto máximo da curva da epidemia.

O que podemos esperar?

Em primeiro lugar, podemos ‘rezar’ para que o vírus não se adapte ao nosso clima (ou ao nosso biótipo) e perca a resistência … algo que só saberemos nos próximos dias.

Em segundo, devemos torcer para que o medicamento hidroxicloroquina continue fazendo efeito nos pacientes mais graves, conforme já foi relatado por diversas mídias.

Em terceiro, ‘oremos’ novamente para que o fator densidade demográfica do Brasil (23,8 hab/km²) possa influenciar na ‘não dissipação’ ou na ‘dissipação mais lenta causando a morte’ do vírus chinês.

Teoricamente, quanto menos pessoas por metro quadrado, mais difícil do vírus se espalhar.

Aí, você se pergunta … e quando chegarem os kits e todos começarem a fazer exames, o que acontecerá?

Provavelmente, haverá um número exponencial de infectados, mas o fator taxa de mortalidade cairá … acreditamos piamente nisso.

Chega de comparar o Brasil com Itália, EUA, China, Irã … cada caso é um caso … as variáveis da Europa são diferentes das variáveis daqui.

Chega de termos complexo de vira-latas … o Brasil tem os melhores especialistas do mundo em várias áreas … tenho plena convicção de que sairemos dessa pandemia como exemplo para o mundo.

Amém?


 

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