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  • Ano de 1995. A história da microempresária que abriu uma cadeia de lojas chamada Pão & Circo


    O nome da loja? Pão & Circo

    Com esse nome sugestivo, que nos remete à estratégia romana destinada a divertir e enganar a massa insatisfeita com os abusos do Império, a presidente Dilma Rousseff abriu em fevereiro de 1995 uma lojinha de geringonças, ao estilo das famosas lojas de R$ 1,99.

    (Patrícia Carvalho com texto de Sérgio Pardellas – Diário do Brasil)

    A matriz do império Dilmista era um imóvel alugado, na cidade de Porto Alegre/RS. Depois de quatro meses de muita labuta, eis que surge uma filial da “Pão & Circo” na capital gaúcha.

    Dilma tinha mais três sócios e era encarregada de cuidar da contabilidade das lojas. Em pouco mais de um ano e meio, a loja quebrou, faliu, abriu o bico, foi pro saco,colapsou,arruinou,empobreceu,arrebentou,enfim, Dilma foi Dilma.

    Em julho de 1996, já não existia mais Pão & Circo. Qualquer semelhança entre a Pão & Circo e a atual lambança administrativa e econômica do País é mera coincidência

    Aprendendo com a Dilma

    O planejamento, primeiro passo para criação de qualquer negócio sustentável, não existiu. A loja foi aberta sem que os donos soubessem bem o que seria vendido aos futuros clientes.

    A empresa foi registrada para vender de tudo […] bijuterias, eletrônicos, tapeçaria, livros, bebidas, etc…

    O carro chefe da loja seriam os brinquedos para crianças, em especial os do “Cavaleiros do Zodíaco”, série japonesa sucesso que virou febre entre a criançada dos anos 90.

    A Pão & Circo importava mercadorias de um bazar localizado no Panamá. Dilma e uma das sócias viajaram três vezes para comprar os produtos. As mercadorias eram despachadas de navio até o porto de Santa Catarina e seguiam de caminhão até a capital gaúcha.

    Mesmo com preços atraentes, o negócio de Dilma não vingou e tinha pouca popularidade […] tal qual a presidente tem hoje, ostentando míseros 7% de aprovação. Os vizinhos de comércio da Pão & Circo chegaram a comentar sobre a fachada mal-acabada da loja, com divisórias de tábua de madeira.

    “Não entrava ninguém ali”, afirmou o dono de uma pizzaria próxima.

    De acordo com relato dos próprios sócios, Dilma aparecia mal aparecia na. Ela gostava mesmo é de dar ordens e terceirizar as tarefas do dia a dia, situação idêntica ao contexto atual, em que delegou a economia ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy e a política ao vice Michel Temer, até este desistir da função bomba que recebeu.

    Questionada sobre experiência catastrófica no mundo dos negócios, a Dilma comerciante lembrou mais uma vez a Dilma presidente.

    Há duas semanas, numa espécie de negação da realidade, a presidente rechaçou a “catástrofe” econômica vivida atualmente pelo Brasil.

    Questionada sobre a lojinha de dez anos atrás, Dilma saiu-se com a seguinte pérola: “Quando o dólar está 1 por 1 e passa para 2 ou 3 por 1, o microempresário quebra.”

    “A minha experiência é essa e de muitos microempresários desse País”… continuou a célebre empreendedora.

    O que ela quis dizer, em seu dialeto Dilmês, era que ela atribuia a falência à relação dólar/real no breve período em que o negócio esteve em funcionamento.

    O comércio de geringonças importadas de Dilma atravessava um dos melhores momentos da história do Brasil para se gerir esse tipo de negócio — o Real estava valorizado em relação ao dólar.

    Em fevereiro de 1995, quando a Pão&Circo foi fundada – 1 dólar valia R$ 0,8. Quando quebrou, a moeda americana ainda não passava de R$ 1.

    Três anos depois o encerramento da casa de bugigangas, Dilma assumiria o cargo de secretária de Minas e Energia (1999-2002). O resto da história, todos sabem.

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