A PF trabalha arduamente e investiga. O juiz manda prender! Aí vem Dias Toffoli e manda soltar

A ‘bondade’ do ministro Toffoli não é algo recente!

Em 2016, o juiz federal Paulo Bueno de Azevedo mandou prender 11 pessoas por tempo indeterminado.

Entre elas, estava o ex-ministro e marido da senadora Gleisi Hofmann, Paulo Bernardo (PT).

Na época, o juiz declarou que discordava da decisão de Toffoli, porém era obrigado a acatá-la.

Em seu despacho, Azevedo disse que, se prevalecer a tese de Dias Toffoli, a prisão preventiva só será aplicada “aos pobres”.

“Obviamente irei acatar, porém respeitosamente discordo, continuando a achar que a expressiva quantia de dinheiro não localizado pode sofrer novos esquemas de lavagem, ao menos por ora.”

Azevedo também faz uma crítica discreta à “doutrina” invocada por Dias Toffoli de que a prisão preventiva só seria aplicável em caso de “crimes violentos, no mais das vezes cometidos apenas por acusados pobres”.

“Resguardo, pois, o meu posicionamento pessoal, aqui manifestado em homenagem à minha independência judicial.”


publicidade

error: Conteúdo protegido !!