A noitada capitalista de Lindberg: cerveja importada, iphone 8 e amigos burgueses

Em Curitiba, os pobres miseráveis do MST acampam sob um frio de 7 graus, se alimentam improvisadamente, fazem necessidades em latas e passam semanas longe de suas famílias […] tudo isso para seguir os ‘mandamentos’ de Lindberg e Gleisi.

A cerca de 850km dali, no Rio de Janeiro, o senador petista aproveita a noite carioca curtindo um bom samba e tomando uma cerveja importada.

Cercado pela burguesia, Lindberg se deleita com uma vasta porção de peixe e tira fotos com seu iphone 8 (criado pelo capitalismo opressor).

Wadih Damous, o deputado que queria fechar o STF, também acompanha o senador na ‘balada’.

Na hora de pagar a conta, os parlamentares usam notas de R$ 100 contendo o carimbo do ‘capo’ […] sujam a moeda corrente do país (crime citado na Constituição) e ainda posam para fotos.

Mas ele tem um bom motivo para inutilizar as notas: o boteco dá um desconto de 10% na conta para quem pagar com notas de ‘Lula Livre’.

Na hora de ir para casa, mais conforto ainda […] o motorista está lá fora, esperando o senador num carrão de luxo.

Será que a consciência dele não dói?

Parabéns Lindberg! Esse é o partido que tirou ‘bilhões’ de brasileiros da pobreza.


foto: facebook

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A Constituição Federal  regulamenta o tema moeda nos artigos 21, inciso VII, 22, inciso VI e  164. Também as leis federais 4.595/64, 4.511/64 e 5.895/73.

O Código Civil Brasileiro, em seus artigos 98 e 99, define os bens públicos. Implicitamente dinheiro é bem público. Pois bem,  moeda pertence à União, contudo,o seu valor intrínseco pertence ao particular (ao seu detentor, possuidor ou proprietário),

Rasgar dinheiro é crime (destruição, inutilização), riscar ou escrever na nota também é crime (deterioração).

Se  o próprio agente (particular), rasga, suja, inutiliza ou destrói (uma cédula de dinheiro pode ser destruída literalmente pondo fogo sobre ela, por exemplo), papel-moeda ou metálico, ainda que seja de sua propriedade,  configura-se o crime de dano qualificado, previsto no artigo  163, parágrafo único, inciso III, do Código Penal, segundo a doutrina majoritária. A pena para o delito é de detenção, de seis meses a três anos, e multa, além da pena correspondente à violência. 


 

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