A criminalidade esquerdista está vivendo um surto de sinceridade como nunca ocorreu no Brasil

Amanda Nunes Brückner | 08/07/2020 | 1:20 PM | MÍDIA
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A grande separação

(por Marco Frenette – jornalista e escritor)

Há um fato de cunho social, político e cultural que terá grande importância no futuro: cada vez mais, sociopatas e pessoas normais estão se encarando e se estranhando, sem hipocrisia.

É um fenômeno que gera muita dor, tanto emocional quanto física.

Famílias divididas, casamentos tornados inviáveis, amizades desfeitas, agressões em ambientes públicos e privados, processos, prisões, assassinatos.

É um caminho sem volta, porque não existe o “desver”. (desfazer)

Uma vez que o véu da cegueira caiu e o escroto se despiu diante de todos, como o novo desperto poderá ignorar o choque psicológico do mal?

Isso tem acontecido em vários níveis da sociedade brasileira … desde os mais simples trabalhadores braçais até os mais refinados produtores de cultura, passando por ambientes de prostituição pesada, a exemplo de emissoras de TV, rádios e jornais.

Quando pessoas desejam publicamente a morte do presidente e dos conservadores, combatem medicações eficientes visando ganho político, destroem a economia, libertam bandidos e votam nos criminosos e seus postes, elas não estão tendo “opiniões diferentes”, elas estão se desnudando.

Estão desnudando um espírito de porco tão evidente e tão perigoso, que não dá para fingir que não se viu o que viu.

A criminalidade esquerdista está vivendo um surto de sinceridade como nunca ocorreu no Brasil.

É como uma revoada de pássaros feios e agourentos, fazendo um barulho estridente enquanto estragam a beleza do dia.

Não há como errar o alvo.


 

 

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