Temer e o barril de pólvora! Caso os militares sejam incluídos na PEC 241, uma intervenção poderá ocorrer

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Caso os investimentos na área militar sofra algum tipo de ‘limitação’ durante a aprovação da PEC do Teto,  a resposta ao governo poderá ser instantânea

A falta de investimentos nas forças armadas é algo recorrente e vem acontecendo no país há mais de 20 anos.

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A PEC 241 poderá ter o poder de impedir que o Exército, a Marinha e a Aeronáutica se fortaleçam a medida que a população do país cresce.

Os militares defendem que é possível reduzir os custos do Estado diminuindo (por exemplo) o número de ministérios, de parlamentares, de cargos de confiança, enfim, algo que todo brasileiro também concorda.

O governo trabalha a toque de caixa para aprovar o projeto. Porque toda essa pressa?

Caso o senado avalize a votação da Câmara dos Deputados e não retire o texto que inclui os militares na PEC, a situação pode (e deve) tomar outro rumo.

Em um país tão violento e desprotegido, tanto as Forças Armadas quanto nossas polícias (Federal, Militar e Civil) deveriam ser mais valorizadas e nenhuma lei poderia ‘limitar’ quaisquer investimentos nessas áreas.

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