Russomano se defende sobre suposta confusão em aeroporto: ” Fui constrangido. Está tudo registrado nas câmeras”

celso1110

O deputado Celso Russomano se pronunciou em relação à matéria publicada no site Diário do Poder e reproduzida pelo Diário do Brasil

A assessoria do parlamentar enviou uma nota para a nossa redação. Segue abaixo a íntegra:

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Nota de Celso Russomanno

Foi relatado que eu teria sido retirado de um avião após recusar revista de raio X .

O que de fato ocorreu, e pode ser comprovado pelas câmeras internas do aeroporto, foi que, em 11/10/16, eu embarcava no voo Gol G3 6628 com destino a São Paulo.

Era véspera de feriado e não havia nenhuma vaga em outro voo para aquela data, razão de minha preocupação e urgência no embarque que já havia iniciado.

Como de costume, retirei todos os objetos metálicos dos meus bolsos, relógio do pulso, caneta, carteira parlamentar com brasão metálico e juntamente com meu nécessaire, dois envelopes e celular, depositei-os na bandeja para inspeção pelo equipamento de raio X, no mesmo ato em que passei pelo pórtico sem que houvesse o acionamento do detector de metais.

Ainda assim, fui abordado, de forma nitidamente constrangedora, por um jovem de aproximadamente 1,60 m de altura que disse que faria a inspeção manual dos meus pertences de mão.

Fui até uma mesa, abri a nécessaire com rapidez, pois estava apressado, preocupado em não perder o voo. Argumentei que o pórtico não havia tocado, se queria que passasse novamente e que tudo isso me faria perder o voo.

Pedi que acionasse a Polícia Federal para conversar, me identifiquei e disse em que voo estaria, caso quisessem falar comigo. Fui o último a embarcar e quando cheguei no finger, a funcionária da companhia já estava disponibilizando minha vaga para um passageiro da fila de espera.

Embarquei e sentei na minha poltrona. Cinco minutos depois fui abordado por um senhor que me perguntou se poderia conversar comigo na porta da aeronave. Fui questionado porque não havia passado pelo detector de metais.

Disse que tinha passado sim, o que foi confirmado pela funcionária da empresa SATA, que faz a vistoria dos passageiros, causando estranheza ao policial, que não viu nenhum problema e disse que eu poderia retornar ao meu assento.

Como declarado anteriormente, tudo isso pode ser comprovado pelas câmeras. Se os detectores tivessem acionados, eu teria voltado para uma nova revista. Como não foram, segui para o embarque.

Fato curioso é que me tratavam pelo nome, sabiam que eu era uma pessoa pública, um apresentador de televisão, inclusive uma das funcionárias disse que era espectadora do meu programa.

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