Relógio do Apocalipse: Cientistas alegam que o fim do mundo está cada vez mais próximo

Um grupo de cientistas renomados criou um relógio chamado de Doomsday, também conhecido também como Pêndulo do Apocalipse

Trata-se de um indicador universal da vulnerabilidade do mundo frente a catástrofes, como alterações climáticas, tecnologias emergentes e conflitos nucleares.

Cada vez que o relógio é adiantado, significa que o mundo está mais perto do fim.

Doomsday ou Relógio do Apocalipse é um relógio simbólico mantido desde 1947 pelo comitê de diretores do Bulletin of the Atomic Scientists da Universidade de Chicago.

O dispositivo utiliza uma analogia onde a raça humana está a “minutos para a meia-noite”, onde a meia-noite representa a destruição por uma guerra nuclear.

O relógio foi iniciado em sete minutos para a meia-noite durante a Guerra Fria em 1947, e tem sido posteriormente avançado ou retrocedido em intervalos regulares, dependendo do estado mundial e da perspectiva de uma guerra nuclear.

A última vez que isso aconteceu foi em janeiro de 2015, quando o relógio foi adiantado para 23h57.

Acredita-se agora que, com um novo Boletim dos Cientistas Atômicos, o relógio será adiantado mais uma vez.

Desde 1947, os cientistas se baseiam em alguns fatores fundamentais para comprovar a eficácia do equipamento.  

A ameaça das armas nucleares é o principal fator que pode levar ao fim do mundo, de acordo com os cientistas.

Esse fator foi amplamente gravado após o teste com bomba H, da Coreia do Norte.

A luta contra as armas nucleares ganhou força nos últimos anos e muitos países estão aumentando seus arsenais de destruição.

Apesar de os Estados Unidos e a Rússia tenham reduzido consideravelmente a aquisição de armas, a preocupação dos cientistas é a tendência do uso de armas nucleares.

Desde a sua criação, o relógio já foi ajustado 18 vezes, mudando desde dois minutos para a meia noite em 1953, até 17 minutos em 1991.

Houve duas épocas consideradas pelos cientistas como ameaças para o fim do mundo: a Segunda Guerra Mundial, pelo uso das bombas nucleares, e a outra é hoje, por causa das modernização das armas nucleares.

O diretor do Boletim dos Cientistas Atômicos, Kennette Benedict, fez um chamado aos líderes de cada país para que eles tomem atitudes para reverter a destruição do mundo.

Benedict afirmou que o uso de armas nucleares representam ameaças extremas para o planeta e que é necessário agir com rapidez para evitar uma catástrofe.


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