Quantas armas nucleares possuem EUA e Coreia do Norte ?

O jornal norte-coreano Rodong Sinmun publicou hoje (03) que Kim Jong-un prometeu “avançar suas forças nucleares”

O editorial disse:

“Os EUA estão assustados com nossa forte capacidade de ataque nuclear e continuam com sua política imprudente. Enquanto eles não repensarem seu tratamento hostil em relação à Coréia do Norte, continuaremos avançando com nossas forças armadas nucleares”.


A Coréia do Norte esbanja orgulho de suas armas nucleares, mas qual o tamanho do arsenal de Kim Jon-un?

Um relatório recente do Instituto de Ciência e Segurança Internacional, com sede em Washington, informa que de 13 a 30 armas nucleares estão nas mãos do regime comunista.

Estima-se que a Coréia do Norte possua 33 quilos de plutônio e 645 quilos de urânio enriquecido.

O que isso significa?

É necessário (em média) algo em torno de 0,91 kilos de urânio para se criar uma bomba de 16 kilotons (equivalente a 16000 toneladas) – como a que foi usada em Hiroshima.

“A Coréia do Norte tem plutônio suficiente para construir até 12 novas armas nucleares usando um núcleo composto de plutônio e urânio […] ou seja, eles possuem uma quantidade significativa de urânio, porém o estoque de plutônio é relativamente baixo” destacou o relatório.

Especialistas afirmam ainda que o programa nuclear da Coréia do Norte é aparentemente capaz de desenvolver armas termonucleares (bombas de hidrogênio – que são 3 mil vezes mais potentes que uma bomba nuclear) ainda mais devastadoras.


EUA

Dados recentes do Departamento de Estado dos EUA apontam que Donald Trump tem um ‘estoque total’ de 6.800 armas nucleares ativas e inativas.

Cerca de 2.800 ogivas estão ‘aposentadas’ à espera de desmantelamento e outras 1.411 ogivas foram transformadas em mísseis balísticos.

Os EUA foram o primeiro país a desenvolver armas nucleares em 1945, durante a Segunda Guerra Mundial.

Desde então, eles têm estado na vanguarda do desenvolvimento das armas de destruição em massa.


 


Moral da História

A Coreia do Norte, por mais que se esforce, é praticamente um ‘nada’ em questões nucleares.


 

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