Porta-aviões americano Carl Vinson está pronto para atacar a Coreia do Norte

O USS Carl Vinson está posicionado no porto de Busan (península coreana) pronto para atacar o ditador Kim Jon-un

48 horas após bombardear a Síria, Donald Trump prometeu diminuir os problemas que envolvam um ‘contexto mundial’ e disse que poderá atacar a Coreia do Norte, com ou sem a ajuda da China.

Protocolos oficiais dizem que o super porta-aviões de propulsão nuclear dos EUA está na Coreia do Sul apenas para a realização de exercícios militares conjuntos.

Caerca de 80 aviões, incluindo caças moedlo F/A-18F Super Hornet, o E-2C Hawkeye (aeronave de vigilância equipada com radares para detectar aviões inimigos) e o portador EA-18G Growler (aeronave de combate desenvolvida pela Boeing) estão a bordo da super navio.

O USS Carl Vinson e um destróier dos Estados Unidos estão realizando exercícios navais desde o dia 15 de março, incluindo manobras anti-submarinas em águas da península coreana, como parte do exercício anual batizado de Foal Eagle.

A Coréia do Norte, que há meses ameaça os países vizinhos e ‘não vizinhos’ com seus testes nucleares, disse que a chegada do grupo de ataque dos EUA faz parte de um “esquema imprudente” para destituir o líder Kim Jon un.

A agência oficial de notícias da Coreia do Norte, a KCNA, divulgou uma nota hoje:

“Se os americanos imperialistas infringirem nossa soberania e dignidade, nosso exército lançará ataques impiedosos de precisão, seja no solo, no ar ou no mar.

Kim ordenou que as tropas estejam prontas para uma batida implacável contra o súbito ataque do inimigo.


Trump não está sozinho. O Japão também sinalizou que poderá bombardear a Coreia do Norte antes que Kim Jong-un “destrua” o mundo

Na manhã do último dia 28, foi relatado que Kim Jong-un lançou um foguete nuclear para comemorar o aniversário de seu avô falecido.

Foi a gota d’água para o Japão.

O presidente do conselho de política de segurança , Hiroshi Imazu, disse ao The Washington Post:

“O Japão não pode esperar até ser destruído. Queremos que seja legalmente possível que nosso país possa atacar uma base inimiga que nos ameaça com ataques nucleares”

“É hora de obtermos a capacidade de prevenir ataques. Já iniciamos os trabalhos para adquirir uma capacidade ofensiva”, disse Hiroshi Imazu.

As discussões em torno das mudanças na estão sendo apoiadas pelo primeiro-ministro Shinzo Abe e pelo ministro da Defesa, Gen Nakatani.

A constituição atual do Japão, criada depois da 2ª Guerra, prega que é ilegal o país lançar um ataque – o país só pode entrar em um conflito após ser atacado.

Um grupo de políticos influentes está pressionando a mudança na constituição para que se possa ‘tomar frente’ na situação específica da Coréia do Norte.

Na última semana, o Japão iniciou exercícios de evacuação em massa, prevendo um ataque por parte de Kim Jon-un.


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