Piloto da Rússia faz gesto obsceno para avião de caça da Alemanha e clima esquenta no Mar Mediterrâneo

jatos10112016

A Rússia acusou hoje (10) um submarino holandês de tentar monitorar seu porta-aviões e seguir seus navios no Mar Mediterrâneo

(Daily Mail) De acordo com o Ministério da Defesa do governo de Vladimir Putin, dois de seus helicópteros anti-submarinos, “flagraram um submarino da marinha holandesa tentando se aproximar do grupo de porta-aviões da Rússia”.

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O submarino holandês foi localizado a cerca de 12 milhas dos navios de guerra russos.

Moscou disse que a manobra foi “desajeitada” e “perigosa” e alertou para “conseqüências graves”.

“Os navios russos seguiram as manobras da embarcação holandesa por mais de uma hora e forçaram-no a deixar a área de implantação do grupo de porta-aviões”, comunicou o Ministério da Defesa.

O governo da Holanda não se manifestou sobre as suas operações navais.

Nos últimos meses, a Rússia reforçou a sua presença naval no Mediterrâneo como parte da sua intervenção na Síria.

A Otan também disse que os caças russos estão constantemente testando as defesas dos países bálticos e já fez mais de 600 “interceptações” somente neste ano.

Pilotos da Otan, tentam defender o perímetro aéreo sobre a Estônia, a Letônia e a Lituânia, alertaram que a situação no Báltico (Norte da Europa) se tornou séria.

PROVOCAÇÃO AÉREA

O tenente-coronel Swen Jacob, comandante da Força Aérea da Alemanha, se aproximou de um um jato russo que sobrevoava O Mediterrâneo e o piloto de Putin lhe saudou com o dedo médio.

Há temores de que  Vladimir Putin possa lançar um ataque contra o Ocidente, depois que as relações com a Rússia caíram.

Chefes da Otan estão se esforçando para reunir uma tropa de 300 mil soldados em estado de alerta máximo.

A maioria dos membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte reduziu drasticamente seus investimentos em defesa desde que a União Soviética entrou em colapso em 1991.

A Rússia, ao contrário, tem reforçado suas capacidades militares e realizado desfiles que envolvem mais de 100 mil soldados por ano.

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