Patrícia Lélis pede apoio à Procuradoria da Mulher no Senado: “Eu era ameaçada.Tinha medo de morrer”

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As declarações de Patrícia foram dadas minutos após a jovem deixar a Procuradoria Especial da Mulher no Senado, onde permaneceu por trinta minutos

Patrícia detalhou como saiu do apartamento de Feliciano, em 15 de junho e quando as ‘supostas’ agressões ocorreram:

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“Uma vizinha ouviu os gritos. Ela tocou tantas vezes a campainha que não teve como ele não abrir. Quando ele abriu, eu saí”, afirmou.

A jovem afirma também que o deputado Marcos Feliciano nunca a ameaçou:

“As ameaças sempre vieram do Talma Bauer (assessor do deputado). Eu tinha medo de morrer”, disse.

A estudante reafirmou que foi coagida e entregou a Bauer a senhas do Facebook e do acesso ao WhatsApp:

“Ele me ameaçava, estava armado. Dei as senhas para ele.”

De acordo com a jovem, Bauer instalou o WhatsApp Web para responder às pessoas e sempre a mantinha perto para se conectar.

O whatsApp WEB funciona em um PC ou Notebook (via wireless) desde que a pessoa que tenha o whatsapp instalado no celular esteja por perto.

Boletim de ocorrência

A estudante registrou um B.O. contra o parlamentar no domingo (7), na Delegacia da Mulher e passou aproximadamente 3 horas conversando com o delegado de plantão.

No dia de hoje (8) deputadas do PT na Câmara entregaram à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal (MPF), uma representação contra Feliciano.

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