Neurocirurgião de Harvard, que esteve em coma, sobrevive e confirma que há vida após a morte


Um neurocirurgião professor de Harvard passou 7 dias em coma, teve morte cerebral e retornou à vida

O Dr. Eben Alexander explica que o paraíso existe.

Tudo começa em 2008, quando ele acorda com uma dor de cabeça insuportável.

Ele dá um telefonema e pede ajuda. Chegando no hospital, ele foi rapidamente diagnosticado com meningite bacteriana.

Bactérias entraram em seu fluido cérebro-espinhal, o que explicava a terrível dor que ele sentia.

Era um sinal de que seu cérebro estava sendo literalmente comido por essas bactérias e o córtex estava se desconectando.

O córtex cerebral é uma camada de massa cinzenta que reveste o centro branco do cérebro.

É de lá que saem os impulsos nervosos que iniciam e comandam os movimentos voluntários.

O doutor Eben tinha poucas chances de sobreviver. O diagnóstico apontou que, mesmo que acontecesse um milagre, o ‘estado vegetativo’ era o máximo que ele poderia esperar.

Passados 7 dias, quando os médicos já discutiam a possibilidade de desligar as máquinas que o mantinham vivo, ele abriu os olhos e afirmou que tinha passado a última semana no paraíso.

Em pouco mais de um mês, ele já estava totalmente recuperado.

“Antes da minha ‘viagem’, eu já tinha ouvido falar sobre experiências de quase-morte. Eu tinha o cérebro de cientista muito convencional. Mudei o modo de enxergar a vida”

“Fui para um lugar que parecia um campo vasto. Eu não tinha braços nem pernas, mas tinha consciência. Era como se eu fosse um espetador nas asas de uma borboleta”



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