Mundo em colapso! Multinacionais obrigam funcionários a usar fraldas para não prejudicar a produçao

fraldas

Para dar mais ‘AGILIDADE’ à linha produtiva, empresas multinacionais estão obrigando seus funcionários a usar fralda geriátrica e proibindo-os de ir ao banheiro

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A Nissan [montadora do Japão] está sendo acusada pelo sindicato dos trabalhadores da cadeia automotiva [maior entidade sindical dos EUA] de obrigar funcionárias da fábrica situada no município de Canton, Mississipi, a usar fralda geriátrica.

Funcionários relataram que foram orientadas pela chefia a usar fraldas.

O motivo seria para acabar com as pausas e interrupções com idas ao banheiro.

Setor aviário

Gigantes do setor avícola também são alvo de denúncias por abuso ao trabalhador. Juntas, elas controlam 60% do mercado de aves nos EUA.

A Organização Oxfam América denunciou o caso por meio de relatório publicado em maio desse ano.

A maioria dos 250 mil trabalhadores do setor nos EUA são forçados a usar fralda no ambiente de trabalho.

Centenas funcionários da linha de produção das maiores empresas do processamento de aves foram entrevistados.

Aqueles que pedem para ir ao banheiro são ameaçados de demissão.

Muitos evitam beber líquidos e são forçados a lidar com dores consideráveis para manter seus empregos.

W[…]mart

A famosa rede de supermercados W***Mart é outra a adotar a prática abusiva do uso de fraldas em empregados.

O caso foi divulgado [na Tailândia, sudeste asiático] por pesquisadores no livro Riqueza e Miséria do Trabalho no Brasil, organizado pelo professor titular de Sociologia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Ricardo Antunes.

Empresa da Coréia do Sul

Em 2013, a multinacional sul-coreana Lear, fabricante de arnese (tipo de gancho usado para alpinismo), foi denunciada por impor a funcionários, principalmente mulheres, o uso de fraldas para não abandonar a posição com idas ao banheiro. O caso foi registrado na fábrica da empresa em Honduras, país da América Central, que contava com 4 mil empregados.

Daniel Durón [dirigente sindical que fez a denúncia ] contou que só foi possível divulgar o caso após pressão de autoridades internacionais. Mesmo tendo repercussão no mundo todo, a Lear tentou resistir e impedir o acesso dos órgãos fiscalizadores do trabalho.

* fonte site Metal Revista

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