Maurício Reis: ” Se Lula pode se comparar a Jesus Cristo, posso compará-lo a um jumento”

Lulajumento

Maurício Reis é uma daquelas jóias que nos deparamos quando navegamos sem rumo pela internet. Encontramos esse texto em seu blog e fizemos questão de compartilhar com nossos leitores. Antes que alguém pense que estamos ofendendo a imagem do ex-presidente, leia o texto até o final, por favor.

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O TEXTO:

Já havia me prometido não falar mais sobre Lula, mas Lula não nos deixa em paz. Vive a infernizar o Brasil

Lula já se comparou a Jesus Cristo, já tentou dar aula de boa governança a Obama, já elogiou Hitler, já confessou que detesta ler. Agora, com desassombro, Lula afirmou ser o mais honesto entre todos os brasileiros. A lista é infinita. Não há registro de que qualquer ditador ou líder populista do mundo tenha chegado tão longe. Lula atinge assim o paroxismo.

Fico a pensar com meus botões: qual animal guarda alguma semelhança com esse ser? É claro que existe. Descobri. O jumento.

Não quero que os esquerdistas se ofendam. Não quero que meus compatriotas nordestinos lá do sertão também fiquem chateados.

Afinal, no sertão nordestino o jumento tem importância singular, dada a sua capacidade de sobreviver a períodos de seca, alimentando-se apenas precariamente. Certamente, ninguém no sertão trocaria um jumento pelo Lula.

Mas, se Lula pode se comparar a Jesus Cristo, com quem qualquer alfabetizando em Novo Testamento sabe não existir qualquer semelhança, posso comparar Lula a um jumento, se semelhanças houver. Claro que não falo de características físicas. Sigamos.

Para tal exercício, coube-me pesquisar as características do quadrúpede.

Um site chamado mundo animal descreve bem as características do jumento: “o fato é que os jumentos são animais muito inteligentes e têm um senso de sobrevivência bastante apurado. É preciso ser mais inteligente que os jumentos para saber como lidar com eles (…)”.

O mesmo site informa ainda sobre o quadrúpede em questão: “(…) a ideia de que os jumentos são desobedientes se deve ao fato que os jumentos têm alto senso de perigo, tentar fazer com que os jumentos tenham uma obediência “cega” ao comando, é perda de tempo. Não tente fazer o jumento pular obstáculos (como os cavalos), pois os jumentos entendem isto como uma situação de perigo e não farão bem”. Eis o ponto.

No atual momento da vida política brasileira, Lula deve ser compreendido para muito além do seu comportamento ególatra, megalômano e populista.

Ao se afirmar o brasileiro mais honesto, carrega na frase não apenas um rompante de valentia cangaceira, não apenas o fingido senso de justiça, não apenas insinuações de falso horizonte moral.

Lula agora apresenta para análise fria de quem se propuser a fazer sua estratégia derradeira de sobrevivência. Como os jegues, aguça seu senso de perigo. Ou seja, o jumento, de burro, não tem nada!

O perigo chega a ele pelo barulho da sirene da viatura da Polícia Federal, que ronda o quarteirão de sua residência. O medo de ver o sol nascer quadrado assombra os ladrões neste fim de festa na república companheira.

Ao se dizer o brasileiro mais honesto, Lula deseja desmoralizar o sistema de justiça criminal (principalmente a Polícia Federal) antes que nele ponha as mãos.

Lula se ressente de não ter dominado a Polícia Federal, como fez com o Congresso.

Então, tenta destruir aquela que hoje é a mais importante instituição do Brasil no contexto de enfrentamento aos ladrões que roubam em nome da “Terra Prometida”.

Felizmente, Lula não se suicidará como Getúlio Vargas. Lula prefere, ele mesmo, assassinar instituições e reputações alheias. Mas sabe que está num beco sem saída.

A inteligência de um jumento não será o suficiente para lhe fazer escapar.

(Maurício Reis Souza)

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