Marqueteiro do PT foi avisado sobre a deflagração da Operação da PF e tentou eliminar provas

03/03/2016

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Advogados do marqueteiro do PT João Santana e de sua esposa Mônica Moura alegaram motivos para que seus clientes sejam postos em liberdade

A defesa alega que, se João e Mônica forem colocados em liberdade, poderão colaborar muito mais para as investigações, liberando acesso a documentos e extratos pessoais.

O CASO NÃO É BEM ASSIM

A Globo News informou agora pouco que João Santana pode ter sido avisado da deflagração da Operação Acarajé 3 dias antes, o que daria tempo do marqueteiro se livrar de algumas provas comprometedoras.

A Polícia Federal pede que a prisão do casal seja mantida e atesta algo chamou a atenção dos investigadores.

Eles afirmam que no dia em que a 23ª fase da Operação Lava-Jato foi deflagrada (denominada “Operação Acarajé”) , o marqueteiro excluiu sua conta no Dropbox, serviço de armazenamento e compartilhamento de arquivos em nuvem.

A PF alega que ao fazer isso, João Santana tentou eliminar “eventuais elementos probatórios relevantes que ali pudessem ser encontrados”.

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